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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
UMA DAQUELAS MÚSICAS PARA SACUDIR...
Ainda me faz sacudir...quantos dos nossos bons momentos estão ligados à música!...
Esta música é para quebrar a minha tendência em abordar este mundo tão complexo em que vivemos!...
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A PROPÓSITO DA QUEDA DO MURO...
INESQUECÍVEL CONCERTO DOS PINK FLOYD - THE WALL - BERLIM 1990
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domingo, 18 de outubro de 2009
CONSTRUÇÃO DE CHICO BUARQUE
Numa lista feita pela «Rolling Stone Brasil», a canção «Construção» de Chico Buarque, foi a mais votada e considerada a melhor canção brasileira de todos os tempos.Esta canção do Chico foi composta em 1971, em pleno regime ditatorial no Brasil.
Nos primeiros cinco lugares, além de «Construção», estão:
-Águas de Março» - Tom Jobim
-«Carinhoso» - Pixinguinha
-«Asa Branca» - Luiz Gonzaga
-«Mas que Nada» - Jorge Ben
A lista foi o resultado elaborado com o parecer de 60 estudiosos, produtores e jornalistas, que para o efeito, escolheram as suas 20 canções preferidas.Sempre gostei muito da música brasileira, até tive uma fase que só ouvia música brasileira, antes da implantação em Portugal das telenovelas, que também divulgam bem a música, mas das quais não sou há muito tempo consumidora.
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domingo, 11 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
MERCEDES SOSA (1935-2009) - MULTIDÃO CHORA A MORTE DE «LA NEGRA»

Entre lágrimas, aplausos e canções, uma multidão despediu-se, nas ruas de Buenos Aires da cantora Mercedes Sosa. No edifício do Congresso, "La Negra" foi velada durante 24 horas com honras reservadas às maiores personalidades da política e da cultura.
Aos acordes de "Luna tucumana" e "Solo le pido a Dios", as pessoas despediram-se da artista, cujas cinzas serão jogadas em San Miguel de Tucumán, sua cidade natal, em Buenos Aires, onde viveu a maior parte de sua vida, e ainda em Mendoza, lugar que consolidou seu projecto musical.
A sua morte ao amanhecer de domingo após vários dias de agonia, comoveu várias gerações latino-americanas, que sofreram com ditaduras nos anos 70 e 80.
Sosa levou o nome da Argentina pelos mais importantes palcos do mundo, cantou no Vaticano em 1994, trabalhou com alguns dos melhores cantores da sua época e, embora tenha impulsionado o Novo Cancioneiro e, durante toda sua vida tenha reivindicado as raízes do folclore argentino, experimentou todos os géneros.
Dividiu o palco como os mais diferentes artistas, Luciano Pavarotti, Sting, Joan Manuel Serrat, Shakira, Gal Costa, entre outros.
Proibida durante a ditadura argentina (1976-1983), Sosa conheceu a dor do exílio, em Paris e Madrid, uma experiência que a marcou e reafirmou o compromisso social na defesa da liberdade e dos direitos humanos.
A sua voz transformou em hinos os versos de Pablo Neruda, de Violeta Parra, de Víctor Jara, de Gabriela Mistral.
Gritou "Hasta la victoria siempre", "Corazón Libre" e "Gracias a la vida", em algumas ocasiões reconheceu que a sua vida foi muito boa, mas muito triste, e chegou a definir-se como uma sobrevivente de ignomínias e doenças.
Os 70 anos de carreira transformaram-na em um ícone na América Latina e o reconhecimento do público e as numerosas distinções recebidas compensaram as dificuldades sentidas, a solidão do exílio e a doença que a acompanhou durante boa parte da sua vida.
Aos acordes de "Luna tucumana" e "Solo le pido a Dios", as pessoas despediram-se da artista, cujas cinzas serão jogadas em San Miguel de Tucumán, sua cidade natal, em Buenos Aires, onde viveu a maior parte de sua vida, e ainda em Mendoza, lugar que consolidou seu projecto musical.
A sua morte ao amanhecer de domingo após vários dias de agonia, comoveu várias gerações latino-americanas, que sofreram com ditaduras nos anos 70 e 80.
Sosa levou o nome da Argentina pelos mais importantes palcos do mundo, cantou no Vaticano em 1994, trabalhou com alguns dos melhores cantores da sua época e, embora tenha impulsionado o Novo Cancioneiro e, durante toda sua vida tenha reivindicado as raízes do folclore argentino, experimentou todos os géneros.
Dividiu o palco como os mais diferentes artistas, Luciano Pavarotti, Sting, Joan Manuel Serrat, Shakira, Gal Costa, entre outros.
Proibida durante a ditadura argentina (1976-1983), Sosa conheceu a dor do exílio, em Paris e Madrid, uma experiência que a marcou e reafirmou o compromisso social na defesa da liberdade e dos direitos humanos.
A sua voz transformou em hinos os versos de Pablo Neruda, de Violeta Parra, de Víctor Jara, de Gabriela Mistral.
Gritou "Hasta la victoria siempre", "Corazón Libre" e "Gracias a la vida", em algumas ocasiões reconheceu que a sua vida foi muito boa, mas muito triste, e chegou a definir-se como uma sobrevivente de ignomínias e doenças.
Os 70 anos de carreira transformaram-na em um ícone na América Latina e o reconhecimento do público e as numerosas distinções recebidas compensaram as dificuldades sentidas, a solidão do exílio e a doença que a acompanhou durante boa parte da sua vida.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
MARIA JOÃO E MÁRIO LAGINHA - BEATRIZ (Edu Lobo-Chico Buarque)
UMA CANÇÃO COM DEDICATÓRIA
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