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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
FEIRA DE ARTESANATO DE VILA DO CONDE…
Passando pela Feira de Artesanato de Vila do Conde, que acontece anualmente e é uma das melhores feiras de artesanato do Norte. As variações não são muitas… mas a ida passou a ser um ritual, para petiscar os produtos regionais de todo o país…o queijo da Serra, o presunto, os vinhos, a ginjinha, e os doces…ai os doces…os conventuais…isso é de perder a cabeça…depois de comer os doces, alguém se lembrou que um caldo verde é muito digestivo…mas depois voltamos à ginjinha…bem a miscelânea foi total!
Este ano o país convidado é a Tailândia…artes…massagens…danças!
A qualidade e carácter único dos seus vinhos fazem de Portugal uma referência entre os principais países produtores, com um lugar destacado e em crescimento, entre os 10 principais produtores, com 4% do mercado mundial (2003). Considerado um produtor tradicional do Velho Mundo, 8% do continente é dedicado à cultura da vinha. Os vinhos Portugueses incluem vinho do Porto, vinho da Madeira, vinhos tintos, vinhos brancos, vinho verde e vinho moscatel de Setubal.
Não só Vinho, mas nele o Olvido
Este ano o país convidado é a Tailândia…artes…massagens…danças!
OS VINHOS PORTUGUESES: São o resultado de uma sucessão de tradições introduzidas em Portugal pelas diversas civilizações que se sucederam, como os fenícios, cartagineses, gregos e, acima de tudo os romanos.
A exportação dos vinhos portugueses iniciou-se para Roma durante o Império Romano. As exportações modernas desenvolveram-se com o comércio para o Reino Unido, após a assinatura do Tratado de Methuen, também referido como Tratado dos Panos e Vinhos, assinado entre a Grã-Bretanha e Portugal, em 1703.
Portugal possui duas regiões produtoras de vinho protegidas pela UNESCO como património Mundial: a Região Vinhateira do Alto Douro, onde se produz o conhecido generoso Vinho do Porto e a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico.
A vastíssima quantidade de castas nativas, cerca de 285 permite produzir uma grande diversidade de vinhos com personalidades muito distintas. O guia The Oxford Companion to Wine descreve o país como um verdadeiro "tesouro de castas locais".
Fonte: Internet
E tudo isto bem a propósito de umas esculturas em barro, que mostram uma vindima e a «borracheira final»…
Segundo Pessoa na voz de Ricardo Reis «Não só vinho, mas nele o olvido», eu considero que o olvido é muito perigoso…um brinde num ambiente festivo…é salutar…beber para matar a dor…tem muito que se lhe diga!....
Não só vinho, mas nele o olvido, deito
Na taça: serei ledo, porque a dita
É ignara. Quem, lembrando
Ou prevendo, sorrira?
Dos brutos, não a vida, senão a alma,
Consigamos, pensando; recolhidos
No impalpável destino
Que não 'spera nem lembra.
Com mão mortal elevo à mortal boca
Em frágil taça o passageiro vinho,
Baços os olhos feitos
Para deixar de ver.
Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Na taça: serei ledo, porque a dita
É ignara. Quem, lembrando
Ou prevendo, sorrira?
Dos brutos, não a vida, senão a alma,
Consigamos, pensando; recolhidos
No impalpável destino
Que não 'spera nem lembra.
Com mão mortal elevo à mortal boca
Em frágil taça o passageiro vinho,
Baços os olhos feitos
Para deixar de ver.
Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa
"O vinho e a música sempre foram para mim um magnífico saca-rolhas." Tchekhov
"O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria." Shakespeare
"Para conhecer a colheita e a qualidade de um vinho não é necessário beber toda a pipa." Oscar Wilde
Fonte: Citador
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domingo, 19 de junho de 2011
ESPINHO SEMPRE FOI UM LOCAL DE FUGA...
Espinho, cidade a 20 km do Porto, está muito associada à minha vida...Com 9 ou 10 anos foi lá que eu aprendi a nadar, na piscina, porque as praias são agradáveis, mas o mar está sempre muito agitado...daí a construção dos paredões, porque o mar estava a «comer» a terra! Muitas vezes fui para a piscina com a família e a diversão começava na viagem de comboio.
Muito mais tarde também comecei a frequentar o Casino, indo ver alguns espectáculos, dançar para a «boite», que preferia ao Salão Nobre, bastante «queque» e também jogar nas «slot-machines», com x dinheiro, pré-estabelecido...mas sempre o que eu mais gostei de apreciar foi os jogadores e as jogadoras inveteradas, que se agarravam a duas ou mais máquinas, febrilmente sempre a meter dinheiro lá para dentro...
Espinho também tem o chamado «picadeiro», local de andar de uma lado para o outro, para se mostrar e para ser vista...há quem goste!...
Outro aspecto cativante desta cidade, são os seus restaurantes. Lá come-se bom peixe e bom marisco...local privilegiado para ceias até às tantas...
Muito mais tarde também comecei a frequentar o Casino, indo ver alguns espectáculos, dançar para a «boite», que preferia ao Salão Nobre, bastante «queque» e também jogar nas «slot-machines», com x dinheiro, pré-estabelecido...mas sempre o que eu mais gostei de apreciar foi os jogadores e as jogadoras inveteradas, que se agarravam a duas ou mais máquinas, febrilmente sempre a meter dinheiro lá para dentro...
Espinho também tem o chamado «picadeiro», local de andar de uma lado para o outro, para se mostrar e para ser vista...há quem goste!...
Outro aspecto cativante desta cidade, são os seus restaurantes. Lá come-se bom peixe e bom marisco...local privilegiado para ceias até às tantas...
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terça-feira, 17 de maio de 2011
BUDDHA EDEN
A finalidade era conhecer o jardim BUDDHA EDEN, mas parar em Aveiro (a Veneza portuguesa), nas Caldas da Rainha (a Rainha do Oeste) e depois em Óbidos (jóia medieval) é sempre agradável. O Jardim foi concebido pelo Comendador José Berardo em resposta à destruição que ocorreu em 2011 dos Budhas de Bamiylan no Afeganistão pelo governo taliban, que eram uma herança para a humanidade.
O Jardim da Paz, encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, no Bombarral e a poucos kilómetros de Óbidos. O jardim ocupa uma área de 35 hectares. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação. Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde se pode descobrir vários caminhos ou ficar a relaxar na erva que circunda o grande lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde se encontram os budhas dourados. Pelo jardim estão espalhados 700 soldados de terracotta. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago pode observar-se os peixes Koi e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
O Jardim da Paz, encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, no Bombarral e a poucos kilómetros de Óbidos. O jardim ocupa uma área de 35 hectares. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação. Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde se pode descobrir vários caminhos ou ficar a relaxar na erva que circunda o grande lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde se encontram os budhas dourados. Pelo jardim estão espalhados 700 soldados de terracotta. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago pode observar-se os peixes Koi e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
ONTEM UM DIA RADIOSO DE SOL, HOJE UM DIA QUE ANUNCIA CHUVA...E FRIO, MUITO FRIO...
PASSEANDO NO PASSEIO ALEGRE…
[A música nada tem a ver, é apenas uma música que gosto de ouvir: It's oh so quiet da Lisa Ekdahl]
[A música nada tem a ver, é apenas uma música que gosto de ouvir: It's oh so quiet da Lisa Ekdahl]
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
PASSANDO PELO CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA
Ontem tinha escrito o que está em baixo, mas a tempestade foi de tal ordem que afectou o computador e não consegui colocar aqui fotografias, nem entrar em comunicação.
«Acordei hoje (ontem), com o barulho da tempestade.
Bátegas de chuva batidas pelo vento. No sábado especialmente para mim, esteve um dia de sol, um dia realmente agradável. Digo especialmente para mim, porque tinha passeio marcado.»
Leiria, dedicou o dia «2 DE OUTUBRO», à música, vários géneros de música foram tocados: na Sé, órgão; nas ruas harpa, jazz, coros, música celta, rap, banda…Tudo decorreu nas ruelas do centro histórico, uma ideia de facto interessante!..»
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domingo, 23 de maio de 2010
VAMOS ALMOÇAR A BRAGA...
Braga de todas as minhas idades! Tão perto do Gerês, do Bom Jesus do Monte, do Sameiro, da Falpêrra. Braga está rodeada por belezas monumentais e florestais de grande beleza!
Eu adorava ir ao Bom Jesus, subir até lá, naquele elevador que me assustava, andar de barco no grande lago e ir de burro até ao Sameiro! Desta vez fiquei pela cidade, lembro uma Braga mais pequena, mas que gradualmente teve uma expansão enorme, de facto é uma cidade bonita.
Conheço bem Braga, todos os monumentos e museus, as suas imensas igrejas, tantas igrejas que eu as confundo! Chamam-lhe a cidade dos «três pês», um deles é padres!
Ontem pela primeira vez, fui a Braga de comboio, diziam-me que era muito agradável e barato, melhor que a maçada do carro, do trânsito, do dispêndio, depois do estacionamento…fui experimentar e gostei! Os comboios são óptimos, com ar condicionado, confortáveis e sem enchentes. Por três euros e qualquer coisa vai-se do Porto a Braga, é mesmo «eu vou almoçar a Braga e já venho! Comprei um jornal, antes de acabar de o ler, estava em Braga!
Andei por lá o fotografar, vi muito estrangeiro, os que se notam mais são os espanhóis e os italianos, são ruidosos. Segundo as estatísticas o Norte nesta altura está com índices de turismo altos e nota-se. Obviamente que tirei algumas fotos, não muitas, estava muito, muito calor. Fui almoçar às Arcadas aí estava fresquinho e deixei-me estar por lá e depois daí mais um giro e outra esplanada! Neste passeio, o que pesou mais, foi mesmo o calor!
Entrada na zona histórica…
Ruas embandeiradas devido a uma Feira Medieval. Braga tem muitas ruas fechadas só para peões, o que é muito agradável.
E depois a Sé, para mim das Sés Catedrais mais bonitas do país, com um óbice, não se pode fotografar no interior e o interior é artisticamente assombroso. Como todas as Igrejas em Portugal o estilo, sofreu as características religiosas e rituais das várias épocas. Primeiro o românico, as igrejas eram mesmo fortalezas, onde a população se ia refugiar em situação de ataque, depois passou ao gótico, elevando a estrutura de maneira a que permitisse a entrada da luz (entrada do Senhor) e depois a ostentação com o período Barroco. Estou a escrever, sem consulta, por aquilo que estudei, que é muito mais vasto e pode ser consultado em vários sites.
Várias perspectivas do complexo da Sé Catedral


Os claustros

E caminhando até ao parque principal é só deslumbre…



Feira de Antiguidades…

Uma casa medieval, toda em madeira
A velha Brasileira

E o Parque principal de Braga…onde decorria uma Feira de Artesanato

No restaurante das Arcadas


Voltando à zona histórica…






E por aqui me fiquei no Salão de Chá Lusitana (muito antigo) a descansar mais um pouco…
Há fotografias que não estão muito bem, é irritante olhar para a máquina digital e ver o ecran preto, acabo por fotografar por palpite…já vou na terceira máquina e é sempre a mesma coisa, a próxima tem que ser muito melhor!...
ISTO NÃO É BRAGA, É SÓ UMA PEQUENA AMOSTRA DE BRAGA!...
Eu adorava ir ao Bom Jesus, subir até lá, naquele elevador que me assustava, andar de barco no grande lago e ir de burro até ao Sameiro! Desta vez fiquei pela cidade, lembro uma Braga mais pequena, mas que gradualmente teve uma expansão enorme, de facto é uma cidade bonita.
Conheço bem Braga, todos os monumentos e museus, as suas imensas igrejas, tantas igrejas que eu as confundo! Chamam-lhe a cidade dos «três pês», um deles é padres!
Andei por lá o fotografar, vi muito estrangeiro, os que se notam mais são os espanhóis e os italianos, são ruidosos. Segundo as estatísticas o Norte nesta altura está com índices de turismo altos e nota-se. Obviamente que tirei algumas fotos, não muitas, estava muito, muito calor. Fui almoçar às Arcadas aí estava fresquinho e deixei-me estar por lá e depois daí mais um giro e outra esplanada! Neste passeio, o que pesou mais, foi mesmo o calor!
Entrada na zona histórica…
E caminhando até ao parque principal é só deslumbre…
Feira de Antiguidades…
Uma casa medieval, toda em madeira
E o Parque principal de Braga…onde decorria uma Feira de Artesanato
No restaurante das Arcadas
Voltando à zona histórica…
E por aqui me fiquei no Salão de Chá Lusitana (muito antigo) a descansar mais um pouco…
Há fotografias que não estão muito bem, é irritante olhar para a máquina digital e ver o ecran preto, acabo por fotografar por palpite…já vou na terceira máquina e é sempre a mesma coisa, a próxima tem que ser muito melhor!...
ISTO NÃO É BRAGA, É SÓ UMA PEQUENA AMOSTRA DE BRAGA!...
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domingo, 11 de abril de 2010
COIMBRA-MOSTEIRO DE SANTA CLARA-A-VELHA
UM DOS MOTIVOS PRINCIPAIS DA MINHA VISITA A COIMBRA, ONDE AINDA NÃO TINHA IDO DEPOIS DAS OBRAS FEITAS, PARA PODER SER VISITADA.
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