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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
PIRATINHAS E PIRATAS NA REDE
Aliado ao perigo islâmico contra o Ocidente, há um outro perigo em todo o mundo, a internet. Será que a internet poderá virar o mundo do avesso, com um ataque em massa dos hackers?
Especialistas em segurança informática dizem que há um «exército» de jovens, conhecidos por «script kidies», a ajudar os hackers com conhecimentos mais profundos, pertencentes aos movimentos, Lulsec e Antisecpt, que têm feito um apelo generalizado a ataques a sites de instituições portuguesas. Um outro movimento organizou-se para apoiar a realização de ataques, que vão ter o seu ponto alto, sexta e sábado.
Um especialista diz que são ataques «desgovernados» e configuram grandes perigos, não só deixam as páginas inoperacionais, como podem manipular e sacar dados.
Estes grupos têm ligações a organizações internacionais radicais. Especulando e, especular tornou-se um verbo recorrente, poderemos ter uma TERCEIRA GUERRA, desencadeada via internet?
Não liguem, ando muito cismática com tudo que está a acontecer!!
Não liguem, ando muito cismática com tudo que está a acontecer!!
FALA QUEM SABE!!!!
Presidente do BES acusa agências de rating de se moverem por "objectivos políticos"
Negócios
07/12/11, 15:55
OJE/Lusa
OJE/Lusa
O presidente do BES considera que a ameaça da Standard & Poor's baixar a notação da dívida pública de quinze países do euro "é a prova provada de que as agências de rating também se estão a mover por objectivos políticos".
A decisão da agência norte-americana de notação, em vésperas da realização de um conselho europeu considerado fundamental para a sobrevivência da moeda única europeia e de uma solução mais abrangente para a crise das dívidas soberanas, foi considerada por Ricardo Salgado "mais do mesmo".
"Desde a primeira hora, primeiro trimestre de 2010, manifestei-me contra algumas atitudes das agências de rating. E esta é a prova provada de que as agências de rating também se estão a mover por objectivos políticos e não estritamente financeiros em relação às avaliações dos riscos. Isto é uma intervenção política via agências de rating", acusou o banqueiro, à margem da entrega dos prémios da 7.ª edição do concurso BES Inovação.
Ricardo Salgado considerou, em relação ao conselho europeu desta semana, que "é bom termos grandes expectativas, porque se não conseguirmos dar um passo qualitativo importante em frente será muito mau para a Europa".
Sobre algumas propostas do eixo franco-alemão para a reforma dos tratados europeus, designadamente a de inscrever nas constituições nacionais limites para a dívida pública e para o défice, o presidente do BES lembrou que "havia compromissos e esses compromissos não foram cumpridos. Por vários países, entre eles pela própria Alemanha. É preciso não esquecer que a dívida em relação ao produto interno bruto (PIB) na Alemanha ultrapassou os 80 por cento e não os 60, que era o limite".
Ricardo Salgado sublinhou, por outro lado, que "a grandíssima maioria dos países está fora dos objectivos, de maneira que é natural que haja algumas medidas que obriguem a uma maior atenção".
Entre estas, saudou a inscrição na Constituição de um limite para a dívida, que "valeria a pena, sim", mas não o limite do défice. "O limite do endividamento posso compreender, o défice não porque é um instrumento de política económica e financeira de um país", sustentou.
O banqueiro reiterou, finalmente, as críticas que tem vindo a fazer ao Banco Central Europeu (BCE), considerando que "não está a desempenhar as funções completas de um banco central". O BCE "tem que trabalhar no mercado com maior profundidade em termos de aquisições dos títulos da dívida pública e da cedência de liquidez", afirmou.
A decisão da agência norte-americana de notação, em vésperas da realização de um conselho europeu considerado fundamental para a sobrevivência da moeda única europeia e de uma solução mais abrangente para a crise das dívidas soberanas, foi considerada por Ricardo Salgado "mais do mesmo".
"Desde a primeira hora, primeiro trimestre de 2010, manifestei-me contra algumas atitudes das agências de rating. E esta é a prova provada de que as agências de rating também se estão a mover por objectivos políticos e não estritamente financeiros em relação às avaliações dos riscos. Isto é uma intervenção política via agências de rating", acusou o banqueiro, à margem da entrega dos prémios da 7.ª edição do concurso BES Inovação.
Ricardo Salgado considerou, em relação ao conselho europeu desta semana, que "é bom termos grandes expectativas, porque se não conseguirmos dar um passo qualitativo importante em frente será muito mau para a Europa".
Sobre algumas propostas do eixo franco-alemão para a reforma dos tratados europeus, designadamente a de inscrever nas constituições nacionais limites para a dívida pública e para o défice, o presidente do BES lembrou que "havia compromissos e esses compromissos não foram cumpridos. Por vários países, entre eles pela própria Alemanha. É preciso não esquecer que a dívida em relação ao produto interno bruto (PIB) na Alemanha ultrapassou os 80 por cento e não os 60, que era o limite".
Ricardo Salgado sublinhou, por outro lado, que "a grandíssima maioria dos países está fora dos objectivos, de maneira que é natural que haja algumas medidas que obriguem a uma maior atenção".
Entre estas, saudou a inscrição na Constituição de um limite para a dívida, que "valeria a pena, sim", mas não o limite do défice. "O limite do endividamento posso compreender, o défice não porque é um instrumento de política económica e financeira de um país", sustentou.
O banqueiro reiterou, finalmente, as críticas que tem vindo a fazer ao Banco Central Europeu (BCE), considerando que "não está a desempenhar as funções completas de um banco central". O BCE "tem que trabalhar no mercado com maior profundidade em termos de aquisições dos títulos da dívida pública e da cedência de liquidez", afirmou.
HOJE ALGUÉM ME DIZIA: ESTOU PREOCUPADO, SERÁ QUE SEGUNDA-FEIRA OS BANCOS VÃO ABRIR SE ACABAR O EURO???????
domingo, 4 de dezembro de 2011
QUERIDOS!!!!!…PORTUGAL ESTÁ A DAR O SEU MELHOR?????
Fico bastante perplexa com este tipo de publicidade, capta a atenção de imediato isso é verdade. Que são os senhores do momento na EU, é incontestável, mais Merkell que Sarkozy, que me parece ali o sacristão da paróquia. Quase diria que as pessoas passam e pensam: «que palhaçada»! Sinto-me provocada e dispenso o dito licor!
Otto Von Bismarck, o pai do Estado-providência alemão, não acreditava que os poderes de uma federação deviam estar mais nos estados e menos no centro. Para o Bismarck e para o I Reich, o centro era tudo, um olho que mandava na periferia, organizava políticas e distribuía fundos. Os poderes dos estados regionais dependiam do poder central.
Na gestão da crise Merkel é Bismarck, com certeza ainda traumatizada pela inflação alemã da I Guerra, irritada com o despesismo crónico dos seus parceiros europeus, a chanceler alemã tem dito não a tudo. Contra as eurobunds, contra um novo papel para o BCE, Merkel pede um novo tratado que puna os países que falham os limites do défice e dívida. Transforma assim a União entre iguais num directório, onde o centro (mais rico) organiza e controla a periferia (pobre).
O FUTURO DA EUROPA DECIDE-SE NO DIA 9. A HERANÇA POLÍTICA DE MERKEL TAMBÉM.
Dinheirovivo.pt
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
NO BURACO EM QUE NOS METERAM...
Para quem fala o presidente
"Os próximos tempos podem ser insuportáveis para alguns dos nossos concidadãos, em especial os reformados e os desempregados", avisou ontem Cavaco Silva em Carregal do Sal. O presidente apelou ao "espírito solidário dos portugueses" e a um "diálogo frutuoso e construtivo" na AR de modo evitar "custos insuportáveis" para uma parte da população e a "preservar a coesão social e criar um ambiente social menos negativo" no país.
Ninguém contestará as palavras do presidente da República. Mas, para serem ouvidas por aqueles a quem se dirige e assobiam para o lado, não deveriam ter sido ditas e repetidas antes no Palácio de Belém ao primeiro-ministro? Acredito que Cavaco Silva já o tenha feito e que Passos Coelho conheça a sua preocupação com a "coesão social" e o "ambiente social negativo" que o OE gerará. Provavelmente até já a conheceria antes da elaboração do OE para 2012. Mas, se a ignorou até agora, porque haverá ela de lhe importar vinda de Carregal do Sal?
Já o apelo presidencial ao "espírito solidário dos portugueses", supõe-se que dos mais ricos, ficaria talvez melhor em algum dos fóruns empresariais a que Cavaco Silva regularmente vai. Talvez aí o mais rico dos portugueses, o "trabalhador" Américo Amorim, percebesse o que significa "solidariedade" (para os católicos, a virtude cardial da "liberalitas") já que, nos seus domingos de missa, nunca terá ouvido falar do pecado mortal da avareza.
Já o apelo presidencial ao "espírito solidário dos portugueses", supõe-se que dos mais ricos, ficaria talvez melhor em algum dos fóruns empresariais a que Cavaco Silva regularmente vai. Talvez aí o mais rico dos portugueses, o "trabalhador" Américo Amorim, percebesse o que significa "solidariedade" (para os católicos, a virtude cardial da "liberalitas") já que, nos seus domingos de missa, nunca terá ouvido falar do pecado mortal da avareza.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O que estão a fazer aos Portugueses é uma ...ilegalidade! Em nome de quê e de quem se retiram direitos básicos e adquiridos por LEI?
Porque não se RESPONSABILIZAM os autores da FALÊNCIA deste País, sejam eles quem forem?
(agora sou eu que digo, se concordas com o que digo, copia. Vamos ficar TODOS de luto por Portugal)
Porque não se RESPONSABILIZAM os autores da FALÊNCIA deste País, sejam eles quem forem?
(agora sou eu que digo, se concordas com o que digo, copia. Vamos ficar TODOS de luto por Portugal)
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
«O que faz uma República é a solidez das leis». - Montesquieu
República das Bananas - Júlio Pomar
«O pensamento e a ciência são republicanos, porque o génio criador vive de liberdade e só a República pode ser verdadeiramente livre [...]. O trabalho e a indústria são republicanos, porque a actividade criadora quer segurança e estabilidade e só a República [...] é estável e segura [...]. A República é, no Estado, liberdade [...]; na indústria, produção; no trabalho, segurança; na nação, força e independência. Para todos, riqueza; para todos, igualdade; para todos, luz.»
— Antero de Quental, in República, 11-05-1870
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
OS NOVOS POBRES...
Houve uma época em que muito se falava dos novos-ricos, a situação inverteu-se hoje o que está em questão são os novos pobres. Outro dia, falava com uma amiga a propósito do que é ser rico, gozando com a situação da pessoa mais rica de Portugal dizer que não era rica, mas sim um trabalhador! E essa minha amiga, a uma outra escala dizia que também não era rica, apesar de usufruir de um nível de vida muito bom, atingido pelo seu trabalho limpo. Ficamos a pensar no que era ser rico, obviamente que eu tinha a minha concepção de rico e ela tinha a sua. Mas fica sempre aquele questionamento, quais os parâmetros que definem uma situação de riqueza?
Sejam eles quais forem, são uma minoria, relativamente à classe média, os então ditos burgueses, que noutros tempos eram vistos a fugir da pobreza, comendo todos os sapos, para ascender! Mas os tempos mudam e passou a ser a classe que constitui a força estruturante, de mudança e modernização e que agora está a transformar-se nos novos pobres. Sem trabalho e sem recursos, reclamam os direitos básicos de cidadania: casa, trabalho, cuidados de saúde, escola para os filhos. São dois milhões de portugueses carenciados, um quarto da nossa população que está abaixo dos níveis aceitáveis: sem trabalho, sem perspectivas, dependentes de organizações de solidariedade social. Estão a ficar sem esperança, vendo que as soluções que estão a ser tomadas, mais afunilam o túnel em que se encontram!
Um dos grandes objectivos da Zona Euro era a solidariedade activa e o desenvolvimento para todos os cidadãos, mas a grave crise que atravessa está a banir completamente esse ideal e depois de tantos erros cometidos a ideia que passa é de um «salve-se quem puder», quando são necessárias medidas socioeconómicas amplas e urgentes.
A situação que se está a viver, exige um apelo pelos direitos de cidadania e de respeito pela dignidade humana, que nos estão a ser gradativamente roubados ou sacrificados a prioridades arbitrárias na aplicação do erário público. Qual o interesse de mostrar obra, prática feita durante anos de regabofe, quando há outras prioridades a necessitar de um olhar mais atento!
Vivemos numa (dita) democracia, numa (dita) liberdade, mas a falta de condições de vida para um número cada vez maior de pessoas constitui uma intolerável traição aos mais elementares direitos democráticos.
Nesta problemática situação penso que os menos atingidos pela crise, devem ter uma acção de intervenção activa, não se acomodando a uma situação que de momento ainda lhes é favorável, mas com toda a carga de incerteza que passou a ser o pensamento mais sombrio para a grande maioria.
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