A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quarta-feira, 6 de julho de 2011

MORRER DE AMOR...

O «post» anterior, levou-me para um filme que vi há uns anos, «Mourir d’aimer» realizado por André Cayatte, inspirada na história verdadeira de Gabrielle Russier (1937-1969).

Um amor não aceite socialmente, de uma professora por um dos seus alunos, que a levou à prisão e depois ao suicídio, no ambiente de Maio de 68.

E esse filme trouxe-me à memória uma artista francesa de quem vi muitos filmes, com trabalhos muito diversificados, da comédia burlesca ao drama – Annie Girardot (1931-2011).

Os seus melhores trabalhos foram: Rocco e Seus Irmãos, Viver por viver, Docteur Françoise Gailland (Cesar de melhor interpretação) e La Pianiste (melhor artista secundária)

Girardot, foi dirigida por cineastas como Luchino Visconti, Claude Lelouch, Roger Vadim, Mario Monicelli e muitos outros. Girardot fez c. de 100 filmes e trabalhou com muitos actores franceses: Yves Montand, Catherine Deneuve, Michel Piccoli, Alain Delon…etc.



Charles Aznavour, compôs a canção (letra e música) de grande sucesso, Mourir d'aimer , depois do filme, mas ficou ao mesmo associada.


As paredes são lisas na minha vida
Eu me agarro, mas eu deslizo
Lentamente para o meu destino
Morrer de amar

Todo o mundo me julga
Eu não vejo um refúgio para mim
Todos me condenam a
Morrer de amar

Voluntariamente mergulho na noite
Pagando o amor ao preço da minha vida
Pecar contra o corpo, mas não contra o espírito
Deixar os problemas do mundo
As pessoas odeiam-se a si mesmas
Com as suas pequenas ideias
Morrer de amar

Porque o nosso amor não pode viver
Melhor fechar o livro
Em vez de o   queimar
Morrer de amar

Partir de cabeça levantada
Sair vitorioso na derrota
Invertendo todos os dados
Morrer de amar
Nada mais me importa
Abandono tudo
Porque não importa
Só importa o que nós éramos
O que tu eras
Tu eras a Primavera
Eu o Outono
Teu coração ficou preso
O meu se deu
O Meu caminho está traçado
Morrer de amar

terça-feira, 5 de julho de 2011

PODE-SE MORRER DE AMOR?

Ao ler uma crónica onde se dizia peremptoriamente que ninguém morre de amor, fiquei a pensar…morrer de amor é assim d0 período Romântico… lembro Werther de Goethe, livro paradigmático desses tempos, mas todos os dias há crimes passionais nos jornais… mas isso é matar, não é morrer de amor, é uma dor e vingança de chifre!..
Quando algo é finito ou após uma zanga, chora-se, fica-se em casa, não se quer ver nem falar com ninguém…mas isto não mata! Damos cabeçadas…e mudamos de opinião uma quantidade de vezes, para continuarmos a dar cabeçadas…

To die by your side is such a heavenly way to die…só conversa?


Se esse autocarro de dois andares
Batesse em nós
Morrer ao teu lado
Era uma forma paradisíaca
E se um caminhão
Matasse nós os dois
Morrer ao teu lado
Era um prazer - um privilégio meu
Oh, há uma luz e ela nunca se apaga...

Agora há tantas crises…crise dos 3 anos…crise dos 7 anos…se ao fim de poucos meses já não mandaram o amor à fava!.. E este  amor será amor?
O lema é relativizar, deixar o «foram felizes para sempre», para «suportarem-se um ao outro sem grandes discussões»…
Crescendo, para não dizer envelhecendo, que é menos confortável, se aprende a relativizar…dá-se mais importância a umas coisas do que a outras…lamenta-se até o desgaste sofrido em discussões vãs…
Pode-se demorar a chegar a este ponto…pode-se nunca chegar…mas será mais positivo rir de quando pensávamos que o mundo ia acabar sem… ou que queríamos que o mundo acabasse com…


Ontem tive uma conversa com uma pessoa deliciosa…a Lena…a quem eu chamo fofinha…A Lena é uma adolescente de c. de 80 anos…é o rosto da felicidade…tem uma voz macia, um olhar brilhante e carinhoso, emana dela uma grande serenidade…todos gostam dela! Tem problemas de coração controlados…


-Lena tudo bem?
-Esta noite tive falta de ar…mas não vou falar disso!


É assim: está sempre tudo bem!
Faz hidro todos os dias e eu apenas três vezes por semana! Na piscina quando começa a abrir a boca, sinal de compensação cardíaca nós ficamos logo a observa-la. A Lena é uma pessoa muito querida!
Ontem no balneário outra colega contou uma anedota, sobre alguém que queria ter sexo, mas precisava de uns comprimidos e a Lena disse:

-Como estamos só aqui as três…eu e meu marido ainda fazemos sexo, não muito, mas uma vez por semana…ele quer sempre…eu é que tenho mais preguiça, mas ele é muito delicado e atencioso, sempre foi…quando casamos, andou meses para que acontecesse…eu sou carinhosa, mas não sou muito fogosa!

Conclusão para mim: a Lena viveu e vive realmente o verdadeiro amor, por isso do seu rosto emana aquela felicidade e serenidade…
Da Lena podia contar muitas coisas é uma pessoa tão peculiar!..Conheço-o há alguns anos e logo me apaixonei pela pessoa que é! 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

MAS QUE POSE...



Sentada numa esplanada, não resisti a esta pose…um bom cartaz turístico das praias do Porto, para as quais o Presidente da Câmara lá conseguiu a bandeira azul. As praias têm de facto todas as condições de apoio aos banhistas…e para quem não gosta nem de calcar a areia, as muitas esplanadas estão mesmo em cima da praia…têm música ambiente e revistas e jornais de acesso livre! Eu gosto de calcar a areia e chafurdar o mais possível…mas depois ter ali a esplanada tão perto para lanchar é muito agradável!..
Já me cansei de andar a carregar coisas para a praia…outros tempos…outras responsabilidades!..

domingo, 3 de julho de 2011

FERNANDO PESSOA NÃO PÁRA DE SURPREENDER...

Fernando Pessoa, com o rótulo «Film Arguments», deixou escritos e dactilografados argumentos cinematográficos em três línguas, que só agora serão publicados em Portugal. Também vão ser conhecidos os seus planos para criar uma produtora de cinema, a «Ecce Film» e o respectivo logótipo.

A edição, introdução e tradução são de Patricio Ferrari e de Claudia J. Fischer. Os textos são inéditos em Portugal e foram reunidos num volume intitulado «Argumentos para Filmes», que chega sexta-feira às livrarias, no âmbito da colecção «Obras de Fernando Pessoa» (Ática, chancela Babel).

Trata-se de seis argumentos incompletos. Quatro dos argumentos, datados de 1920, estão escritos em inglês, mas um deles tem diálogos em português, com a designação: «Nota para um «triller» disparatado».

Os outros dois de data posterior, redigidos em francês já foram publicados em França em 2007, juntamente com a tradução francesa de dois dos argumentos em inglês (pequeno opúsculo da Pléiade).

Claudia J. Fischer professora e investigadora do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, disse que os textos já deviam ser conhecidos, tendo em vista o grande número de estudiosos da obra do poeta que já teve acesso à sua famosa «arca de papéis» e considera espantoso como os mesmos não foram transcritos e traduzidos para português!

sábado, 2 de julho de 2011

RECORDANDO...

Walk down Portobello road to the sound of regae, canta Caetano Veloso. Interessantíssimo o Mercado de Portobello, em Notting Hill. É um local divertido para passear, onde não faltam antiguidades, roupa vintage, relíquias, jóias, legumes e fruta. Há ainda artistas de rua e sempre muita diversão. Tão perto de Kensington Park!
Tenho tantas saudades desta casa!!!



Hugh Grant, é um actor, que tem um «jeitinho» que me agrada, faz aquele género de pessoa, «absent-minded», nos filmes claro! E não tendo uma carreira de filmes marcantes, participou em alguns bastante  interessantes, sempre dentro do seu estilo, Lembro-me também de:



Neste filme, onde tudo se passa de uma forma divertida, há de facto um momento de muita emoção, quando no funeral é lido um poema de WH Auden


[PROBLEMAS IMPREVISTOS E INESPERADOS, PARA PUBLICAR, HOJE NÃO CONSEGUI, DEPOIS DE MUITAS TENTATIVAS, INSERIR OS VIDEOS!!!!!]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

COMO ELES VÃO ENTRANDO NOS NOSSOS BOLSOS…

As medidas de austeridade vão surgindo dia a dia…mas não me apetece escrever sobre política, até porque nem é uma surpresa, todos sabemos que isso ia acontecer…aumentos de impostos, contenção de ordenados, desemprego, cortes…etc…e metade do subsídio de Natal já foi!…Muitos pensarão: «que os sacrifícios venham a ter resultados positivos»!…Não sou optimista, não quero ser pessimista…parece que a postura é: «vamos indo e vamos vendo»…
Muitos portugueses vão fazer de conta que vão de férias, ficando por casa…mas tudo é uma questão de imaginação…



Desfrutem do tempo livre…quantas pessoas que vão para fora, não conhecem bem a sua terra? Independentemente do sítio, o nosso país tem muita coisa interessante para ver: museus, palácios, igrejas, paisagens, parques…Vá à internet, quando tencionar visitar alguma sítio, recolha informações históricas e curiosidade, deste modo as visitas tornam-se muito mais interessantes.


Se vive junto ao campo, porque não uns percursos pedestres, um piquenique, interessar-se pela flora, estender uma manta e ler um livro ou simplesmente usufruir da tranquilidade…


Se vive no litoral…com água mais quente ou mais fria, mar mais calmo ou mais agitado, mais ou menos gente…praia é praia e quem é que pode antecipar que vai ser feliz em qualquer outro lado?
O parque é um sítio ideal de passeio e se tem crianças brinque: ande de bicicleta, jogue à bola e lembre-se das suas brincadeiras de criança, o esconde-esconde é sempre motivo de boas gargalhadas…
E ficar em casa será assim tão aborrecido?

Com crianças há imensa coisa que pode fazer… Pode ser uma monitora de oficinas criativas e os trabalhos feitos pelas crianças têm sempre um lugar especial na nossa casa! 


Também pode fazer culinária com eles, um breve curso é sempre de grande utilidade.



Mas há mais, pode virar-se para outras actividades: cinema em casa, com pipocas e coca-cola, tem as suas inconveniências, mas as crianças gostam e de vez enquanto!..
E mais ainda, estimular a leitura, criar a hora da leitura e pôr as crianças a ler em voz alta. Também pode virar-se para o teatro: escolha uma peça, o «casting» e imaginem cenários e figurinos!

Boas férias! O fundamental está nas pessoas!


Imagens: google

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O JEITINHO DELES...



Eles cada vez são mais apaparicados…ai a luta da emancipação feminina!...Quem defende esta luta, sujeita-se a vê-los passar!..Não sou feminista, sou igualista…mas reconheço e admiro muitas mulheres, que se empenharam na conquista de direitos sociais que à mulher eram devidos, mas enfim…olhando a sociedade há discrepâncias, há deturpações…e a nível afectivo há recuos…e esta conversa dava para um debate longo!..Fica assim esta brisa quente ou aragem fria…porque de facto pode motivar discussões calorosas e cortantes!

Em casa até pode haver uma distribuição de tarefas, mas há umas quantas e muitas, que sempre estão destinadas a ela.
Eles sempre acabam por dizer, que o barulho do aspirador lhes dá cabo dos ouvidos, que não têm paciência para limpar limpar a cozinha, enquanto elas consideram que isso é uma chatice, mas também uma obrigação!..
Na cozinha eles lá vão cozinhando, principalmente para os amigos e claro sujam o triplo da louça…mas não têm jeitinho para o dia-a-dia, quando tudo tem que ser prático e rápido!
Distribuir tarefas por quem tem mais jeito…jeitinho para fazer…melhor, para quem tem mais competência e também mais capacidade para aprender! Mas as mulheres que partem às vezes, de uma de não fazerem nada, acabam por fazer tudo…parece que já bem no sangue! «Ela faz, ele tem jeitinho ou não tem mesmo jeitinho, coitadinho!..
Mas porque razão a mulher sabe ou desenrasca-se para qualquer coisa e os homens é aquela questão do jeitinho?
Alguns até admitem: «elas é que acabam por dar o litro e com um serviço mais bem feito»! É um consolo, que não paga a pena!
Isto de «eles ajudam muito em casa», no fundo o que fazem é «dar uma mãozinha»! Muito simpático! Mas esta «mãozinha» com o tempo vai-se esquecendo!..
Obviamente que cada casal saberá de si e das regras que for capaz de estabelecer!
Também há mulheres que só têm «jeitinho» e também chegam a casa cansadas de trabalhar! Com o jeitinho de um e do outro…ou comem umas sandes ou vão jantar ao restaurante, depois a casa é um caos, no dia de vir a empregada, coitada… parece que está na «Feira da Ladra»! Deve pensar isto não tem «jeitinho» nenhum!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O SUCESSO DE GONÇALO M. TAVARES, QUE TEM ESTADO NA MINHA MESA DE CABECEIRA...


Gonçalo M. Tavares, ganhou o Grande prémio de Romance e Novela da APE, pela obra «Uma Viagem à Índia«, este livro já tinha obtido o prémio de Melhor Narrativa Ficcional 2010, da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e Prémio Especial de Imprensa, Melhor Livro 2010 LER/Booktailors. 
«Uma Viagem à Índia, afasta-se da estrutura dos livros anteriores, «na forma, é uma espécie de epopeia ou antiepopeia, tem um herói, mas também um anti-herói. Trata-se de uma narrativa de alguém que parte, que foge de Lisboa, à procura de um mestre indiano e também é enganado. É um diálogo entre o Ocidente e o Oriente.

Gonçalo M. Tavares, nasceu em Luanda, Angola em 1970, em 2001 publicou a sua primeira obra e tem tido uma carreira de muito sucesso. Já recebeu o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, ambos pelo seu romance «Jerusalém». Pelo seu livro «Água, cão, cavalo, cabeça», recebeu o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores Camilo Castelo Branco 2007.
Outros prémios podem ser referenciados:
-Prémio Branquinha da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do Jornal Expresso
-Prémio Portugal Telecom (2007)
-Prémio Internazionale Trieste (2008) – Itália
-Prémio Belgrado de Poesia (2009) – Sérvia
-Prix du Meilleur Livre Étranger (2010) – França

Os seus livros deram origem a peças de teatro, objectos artísticos, vídeos de arte, ópera, etc. Estão em curso cerca de 160 traduções distribuídas por trinta e dois países.
O romance "Jerusalém" foi incluído na edição europeia de "1001 livros para ler antes de morrer – um guia cronológico dos mais importantes romances de todos os tempos".


José Saramago, no discurso de atribuição do Prémio ao romance "Jerusalém", disse:«'Jerusalém' é um grande livro, que pertence à grande literatura ocidental. Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!».



terça-feira, 28 de junho de 2011

UM POUCO MAIS DE NÓS...


Um Pouco Mais de Nós


Podes dar uma centelha de lua, 
um colar de pétalas breves 
ou um farrapo de nuvem; 
podes dar mais uma asa 
a quem tem sede de voar 
ou apenas o tesouro sem preço 
do teu tempo em qualquer lugar; 
podes dar o que és e o que sentes 
sem que te perguntem 
nome, sexo ou endereço; 
podes dar em suma, com emoção, 
tudo aquilo que, em silêncio, 
te segreda o coração; 
podes dar a rima sem rima 
de uma música só tua 
a quem sofre a miséria dos dias 
na noite sem tecto de uma rua; 
podes juntar o diamante da dádiva 
ao húmus de uma crença forte e antiga, 
sob a forma de poema ou de cantiga; 
podes ser o livro, o sonho, o ponteiro 
do relógio da vida sem atraso, 
e sendo tudo isso serás ainda mais, 
anónimo, pleno e livre, 
nau sempre aparelhada para deixar o cais, 
porque o que conta, vendo bem, 
é dar sempre um pouco mais, 
sem factura, sem fama, sem horário, 
que a máxima recompensa de quem dá 
é o júbilo de um gesto voluntário. 

E, afinal, tudo isso quanto vale ? 
Vale o nada que é tudo 
sempre que damos de nós 
o que, sendo acto amor, ganha voz 
e se torna eterno por ser único e total. 

José Jorge Letria


Moulin Galette - Renoir

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A ARTE DO CARTOON...ANDRÉ CARRILHO



Relativamente à caricatura não posso deixar de referir a participação de André Carrilho, num livro dedicado à arte do retrato da colecção Taschen, onde participa com 7 caricaturas. Carrilho tem carreira internacional, já recebeu vários prémios, entre eles, o World Press Cartoon 2009.
Aos portugueses que se sentem de ânimo afectado e se consideram num pequeno país em recessão à beira-mar plantado, pensem nos muitos conterrâneos que temos com grandes capacidades nas mais diversificadas áreas.


ALGUMAS CARICATURAS DE CARRILHO:
 








Quase não seria necessário indicar os nomes, mas são:

ANTÓNIO LOBO ANTUNES
PICASSO
BONO
DIANA
AGUSTINA BESSA-LUÍS
FRIDA KAHLO
OPRAH
SARTRE E BEAUVOIR
FREUD

sábado, 25 de junho de 2011

NO DIA DE S. JOÃO...

As festas da cidade, tendo o seu ponto alto nos festejos do S. João, tem em todo o mês de Junho uma série de eventos culturais e desportivos e todas as instituições fazem programas alusivos: a Casa da Música, o Museu de Serralves, a Casa Tait, a Biblioteca Municipal, a Casa do Infante, a Biblioteca Almeida Garrett, a Fundação da Juventude-Palácio das Artes, 0 Museu do Vinho do Porto…e outros…
Ontem, nos Jardins do Palácio de Cristal, a Orquestra Sinfónica do Porto tocou clássicos e depois integrou um coro infantil, que cantou canções populares alusivas ao S. João, mais tarde reconstitui-se o S. João de antigamente, enquanto com vista privilegiada sobre o rio se podia ver a corrida dos barcos rebelos…








 
O barco rabelo é uma embarcação portuguesa, típica do Rio Douro que tradicionalmente transportava as pipas de Vinho do Porto do Alto Douro, onde as vinhas se localizam, até Vila Nova de Gaia - Porto, onde o vinho era armazenado e, posteriormente, comercializado. Todos os anos é feita esta corrida, que se torna realmente num espectáculo muito bonito e tão do agrado dos forasteiros.



[POR TUDO ISTO NÃO TENHO IDO FAZER A VISITA AOS BLOGUES, MAS RETOMAREI EM BREVE.]