A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




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sexta-feira, 11 de maio de 2012

MORREU O PINISTA E COMPOSITOR BERNARDO SASSETTI - INQUALIFICÁVEL TRISTEZA!

Morreu Bernardo Sassetti, confirmou ao DN fonte da sua editora, a Clean Feed. Segundo a mesma fonte o pianista caiu de uma falésia no Guincho. Por motivos de saúde, Sassetti cancelou recentemente um espectáculo na Culturgest. Em novembro de 1997 gravou "What Love is", acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Londres e tendo como convidado especial Sting. Bernardo Sassetti era casado com a atriz Beatriz Batarda de quem teve duas filhas. Era bisneto de Sidónio Pais, Presidente da I República. O pianista foi um dos músicos mais ativos a compor música para a sétima arte em Portugal, sendo da sua autoria bandas sonoras de filmes como Alice, de Marcos Martins, Um Amor de Perdição, de Mário Barroso, ou Second Life, de Alexandre Valente. Enquanto viveu em Londres participou também na longa-metragem O Talentoso Mr. Ripley, de Anthony Minghella.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O QUE FAZ FALTA...

A reedição de 11 discos de Zeca Afonso e espectáculos musicais em várias cidades portuguesas e no estrangeiro contam-se entre as iniciativas para assinalar os 25 anos da morte do cantautor.
“Admito que a revoluçã seja uma utopia, mas no meu dia a dia procuro comportar-me como se ela fosse tangível. Continuo a pensar que devemos lutar onde exista opressão seja a que nível for. 

 - José Afonso, in Associação José Afonso

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

domingo, 25 de setembro de 2011

SÉRGIO GODINHO – 40 ANOS DE CARREIRA

Vim ao mundo por acaso em Portugal, não tenho pátria, sou sozinho e sou da cama dos meus pais. 
Poeta e músico, com uma marca muito «sui-generis». A sua marca, para quem o tem acompanhado, não engana!

Das suas cantigas: são arquitectadas, acoplando a forma poética à foram musical, produzindo algo que se tem que sentir, de forma consistente, mas também fluída.
Sérgio diz:  
Eu que estive quase morto no deserto e o Porto aqui tão perto…cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas…pode alguém ser quem não é…com um golpe de asa…. com um brilhozinho nos olhos... cada dia que passa é o primeiro dia do resto da nossa vida… que força é essa amigo, que só te serve para obedecer…aprende a nadar companheiro, que a Liberdade está a passar por aqui…o fascismo é uma minhoca que se infiltra na maça…

Último trabalho: MÚTUO CONSENTIMENTO.


Não carregando tanto na tecla interventiva, dos seus primeiros trabalhos, porque também é um homem de afectos, sempre revela a sua visão política. 
Em entrevista diz:
«Há tantas pessoas que andam por aí sem perceber muito bem o que está a acontecer, a tentar pensar de outra maneira ou, simplesmente, a tentar não pensar».


«Acho que se tem que responder com riqueza e diversidade ao momento presente, que está a ser muito empobrecedor. Nós temos a nossa função de comunicação, que deve ser cultural e não pode empobrecer os nossos meios de expressão. Temos que lutar, temos que dar às pessoas, meios de se enriquecerem e de se interrogarem. Devem ter uma atitude actuante. O Acesso Bloqueado fala explicitamente do momento presente, quando canto o «défice descontrolado» ou o «crédito mal aparado» ou o «desgoverno planeado» - e sobretudo quando digo «Adivinhar o presente/, isso é que é mais complicado/, tem o acesso bloqueado».


EM MÚTUO CONSENTIMENTO TAMBÉM:

«Dias úteis/às vezes pretextos fúteis/para encontrar felicidades/no percurso de um só dia//Dias úteis/são tão frágeis as verdades/que se rompem com a aurora/quem as não recomendaria/ […]//mesmo por pretextos fúteis/a alegria é que nos torna/os dias úteis […]

Acompanhei o Sérgio desde o seu apogeu como cantor de intervenção:


E Sérgio é um gaijo do Puerto!

sábado, 30 de janeiro de 2010

«ÀS VEZES, SINTO QUE SOU VÁRIAS PESSOAS» - AMÉLIA MUGE



Amélia Muge editou CD-LIVRO «UMA AUTORA 202 CANÇÕES»