A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




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domingo, 25 de fevereiro de 2018

aqueduto de pegões vou lá um dia destes!


Situado perto de Tomar, sobre o vale da Ribeira dos Pegões, o Aqueduto dos Pegões é um dos maiores e mais imponentes aquedutos portugueses.


Aqueduto dos Pegões

Foi construído em finais do séc. XVI e princípios do séc. XVII, a mando de Filipe I, para abastecer de água o Convento de Cristo. A história do Aqueduto dos Pegões encontra-se pois fortemente ligada à do convento.

Contudo, apesar da sua grande dimensão e do seu razoável estado de conservação, o Aqueduto dos Pegões Altos, é relativamente pouco conhecido e nem sequer é referido pela maioria dos guias turísticos, que para a cidade de Tomar, apenas referem o convento e uma ou outra igreja.
O Aqueduto dos Pegões tem um comprimento total de cerca de 5 a 6 km e no troço de maiores dimensões atinge uma altura máxima de 30 metros. Aqui a construção é composta por duas fiadas de arcos, sendo os de cima redondos e os de baixo ogivais. Originalmente o aqueduto era abastecido por três mães-d´água.
O Aqueduto dos Pegões pode ser percorrido a pé ao longo da sua parte superior, pois existe uma plataforma que acompanha a caleira de água. Este percurso constitui uma experiência única, dado que os outros aquedutos portugueses não podem ser percorridos livremente.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Reflectindo: José Gil, que o «Nouvel Observateur», considera como um dos grandes pensadores do mundo - EM PORTUGAL A INVEJA NÃO É UM SENTIMENTO, É UM SISTEMA.

Em Portugal há o medo, a falta de ideia do futuro, vive-se num presente que se perpetua. Nós temos medo de experimentar. Porque temos medo do que irão dizer de nós. Partimos sempre do princípio do que o que vão dizer é negativo, desvalorizante. Dificilmente alguém dirá: «Que bom o que tu fizeste. Estou muito contente». Não, vão-nos criticar, Isso cria o medo que paralisa, faz com que tenhamos prudência, bom senso. A prudência paralisa a acção, mas a verdadeira prudência seria uma estratégia para medir e modular a acção, à medida que ela se desenrola, mas não queremos agir. A sociedade portuguesa, é fechada, não tem canais de ar, respirações possíveis. É uma sociedade suavemente paranoica. As pessoas estão demasiado conscientes de si próprias. Conscientes da imagem que podem produzir, da sua presença como imagem dos outros.
Os portugueses estão sempre a falar da auto-estima, esse termo horroroso, essa ideia auto-reflexiva, de nos amarmos a nós próprios, em vez de estarmos virados para fora, para os outros.
O espaço público não existia, o salazarismo tinha-o extinguido e depois da Revolução dos Cravos, passamos a ter o máximo de expressão, mas não tínhamos instrumentos para essa expressão, por isso as forças do poder político voltaram a dominar, ficamos dominados pelo discurso político e a força do seu dispositivo: televisão e os «media» em geral. Estes movem-se em circuito fechado, têm uma acção de absorção. Só se existe, se aparecer na televisão, que não é a mesma coisa do que viver a vida, a materialidade das ruas e do tempo. A televisão tirou-nos o «espaço da nossa liberdade», os acontecimentos da existência, no que têm de invenção. Na televisão tudo está formatado, não há o imprevisto, o encontro. O acontecimento é o resultado do encontro. Mas nós temos medo de um encontro, do acontecimento, da mudança, do futuro, do julgamento dos outros, medo de não sermos capazes, medo de não estar à altura do acontecimento.
Não agimos, nem deixamos agir. O mecanismo da inveja, está associado a magia, o «mau olhado», a «transferência psicótica», como a psiquiatria a domina, o que se passa de uma pessoa para outra. Por exemplo, se um jornalista, entre colegas, diz: fiz uma reportagem extraordinária, sem ser por vaidade, mas de forma objectiva, alguém lhe responde: «Ai sim, pois muito bem». Com este tom introduz em si um afecto que o vai paralisar. Cria-se um ambiente hostil à iniciativa, que tem um efeito sobre a própria vontade de querer fazer. Isto está generalizado, a inveja é mais que um sentimento, é um sistema não individual, criam-se grupos de inveja.
O sistema devia ser: se alguém faz alguma coisa de forte, isso devia ser um estímulo para os outros, mas não, diminuiu, essa intensidade, essa iniciativa, motiva a inveja de o não ter feito ou não ser capaz de…e tudo é feito para destruir isso, porque essa energia sufoca.
Só são afectadas pela inveja as pessoas porosas, frágeis e isso é típico dos portugueses. Somos pessoas sensíveis e sentimos na pele essa inveja que não nos deixa avançar. Assim há como um acordo tácito, para que ninguém aja, ninguém avance, para vivermos em paz, porque temos medo do conflito. Recusamos o conflito, mas temos uma violência incrível na nossa sociedade, uma violência doméstica, os «brandos costumes«, escondem uma violência subterrânea enorme.


PELAS EXPERIÊNCIAS JÁ VIVIDAS É TEMPO DE ACABAR COM ISTO!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO...MAS O POVO ESTÁ MUITO FODIDO!!!

O 25 de Abril hoje, é a recordação de uma alegria profunda de quem o viveu passo a passo, com uma euforia plena e partilhada pelas ruas, entre todos!
Hoje os pressupostos são diferentes, a ditadura hoje é económica e globalizada, e ainda orquestrada por políticos sem qualidade, autênticas marionetas servis aos poderes superiores, com a contrapartida de terem uma margem muito substancial de ganhos favoráveis ao seu amor pela «pátria»!


quarta-feira, 17 de abril de 2013

OS TEMPOS QUE CORREM| A amargura de Maria do Céu Guerra:

"Não sei se este é o meu último espectáculo.
A amargura com que vou estrear este belo texto de Nascimento Rosa – nonagésima produção da Barraca no seu trigésimo sétimo ano de trabalho ininterrupto – não é suportável nem admissível.
Nenhum governo tem o direito de ser tão desproporcionado nas suas medidas e tão arbitrário nos seus fundamentos.
Depois do nosso trabalho ter viajado no País, na Europa e fora dela recolhendo distinções especiais e um carinho que estes funcionários de quem depende a sobrevivência de companhias como esta estão longe de saber o que é
Vemos que os Comissários de Cultura que gastam na administração dos seus sumptuários gabinetes ,nas consultas jurídicas que lhes respaldem os embustes e nas embaixadas milionárias em que transportam coisa nenhuma, a grande parte do orçamento que têm para administrar e fomentar a Criação Artística, aguardam ansiosos que A Barraca dê o seu último suspiro.
Estamos num país de Inveja e Histórica Mediocridade. Por que razão seria agora diferente? Desviam-se os olhos do vizinho que jaz no passeio , na pressa com que estamos de chegar ao conforto do lar.
Como disse Sttau Monteiro “ um país onde se cortam as árvores para que não façam sombra aos arbustos”.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

terça-feira, 21 de junho de 2011

SOBRE OS PORTUGUESES...

Steve Lewis criou a empresa CEO da Living PlanIT, que é a promotora de um projecto para Paredes, que ocupará uma área de 17 kilómetros quadrados, criará entre vinte e trinta mil empregos, atrairá 12 mil empresas de todo o mundo e envolverá um investimento total de dez mil milhões de euros.

Lewis não está preocupado com a situação que atravessa Portugal. A crise económica não o deprime, acredita que os tempos difíceis podem ser prósperos em «oportunidades de negócio».
Nasceu em Londres, «muito pobre», começou a trabalhar com 17 anos. Dividia-se entre a escola e dois empregos «vendendo jornais e fazendo alguns trabalhos de limpeza». De emprego em emprego chegou à sua grande paixão a informática, até chegar à Microsoft.
Está a viver em Portugal há três anos, primeiro em Amarante e agora em Santo Tirso, é uma pessoa desprendida e diz: «Preocupa-me o que é realmente importante na vida, as pessoas».
Lewis considera os portugueses simpáticos, acolhedores e abertos a tudo. Como característica destaca a «humildade excessiva». Portugal não gosta de si próprio, não acredita nas suas capacidades, deixou de ser inovador, tornando-se governodependente.
Um povo que teve um passado glorioso e aventureiro, vive mergulhado num estado de incredulidade, de desconfiança aguçada perante uma ideia que pode ser exequível em qualquer país, menos em Portugal. A falta de auto-estima estende-se às camadas mais jovens.


Em Paredes, cidade na periferia do Porto, vai arrancar o Ubiquitous City, ou U-City, ou cidade ubíqua, é um conceito utilizado para definir cidades onde toda a tecnologia de informação está aplicada e todos os sistemas estão interligados. As chamadas smarcities como PlanIT Valley, em Paredes, Dongtan, na China, Songdo, na Coreia do Sul e Mascar em Abu Dhabi, serão cidades ubíquas.

Richard Zimler é um dos escritores que muito aprecio! Acabou de publicar «Ilha Teresa», uma história de uma rapariga de 15 anos, que vai viver com a família para Nova Iorque e sente-se uma «ilha», num mundo desconhecido.
Zimler fez o percurso ao contrário, veio de Nova Iorque e vive no Porto (já tem nacionalidade portuguesa) há vinte anos. Confessa que sofreu muitos choques culturais, em parte porque não reconhecia as regras «não-ditas» da sociedade.

Para ele o grande problema dos portugueses é a «passividade». «Os portugueses não têm dinamismo, ficam parados à espera que os problemas desapareçam». «Não pensem que é o dinheiro do FMI que vai resolver os problemas, há coisas que o dinheiro não resolve, a solução está no exercício da cidadania».

segunda-feira, 6 de junho de 2011

ABSOLUTAMENTE À DIREITA...

Baseando-me na crónica de Manuel António Pina, realmente eu também considero absurda tanta alegria do PSD e do PP, de serem eles em conjunto os feitores do FMI, UE e BCE, para este protectorado à beira-mar plantado com todos os problemas conhecidos: recessão, pobreza, desemprego, despedimentos fáceis, destruição do SNS, do ensino...e o mais o que se sabe!

PSD - 38,63%
PS - 28,05%
CDS - 11,74%
PCP - 7,94%
BE - 5,19%

ABSTENÇÃO CRESCENTE QUE JÁ VAI EM 41,10%  - O MAIOR PARTIDO DE PORTUGAL

Segundo o Presidente da República os portugueses que se abstém perdem a autoridade e legitimidade para criticar as políticas do próximo Governo. Se o nosso sistema eleitoral não fingisse que esses 40% não existem, haveria na próxima Assembleia da República 90 e tal cadeiras vazias e os partidos teriam um número de deputados real: pouco mais de metade do que irão ter!
Esta abstenção não é só resultado de preferirem passear ou de comodismo para ir às urnas, mas sim o cansaço da descredibilidade que os políticos têm passado! 
Pensem nisso, podem fazer tudo, mas os portugueses já estão muito saturados de vos aturar!

sábado, 3 de abril de 2010

LISBOA

O nome "Lisboa" remontará aos Fenícios. Dado o magnífico porto fornecido pelo estuário do Tejo, a cidade terá sido nomeada "Allis Ubbo", de acordo com uma das várias teorias da sua origem. Outra teoria explica o nome por associação ao nome pré-romano do rio Tejo, "Lisso" ou "Lucio".
Uma lenda popular conta que a cidade de Lisboa teria sido fundada pelo herói grego Ulisses e que, os gregos chamaram a cidade de Ολισσιπο "Olissipo", cidade de Ulisses. Posteriormente, o nome grego teria sido corrompido em latim para Ολισσιπόνα "Olissipona". Ptolomeu chamou a cidade de "Oliosipon". Os visigodos chamaram-na "Ulishbona" e os mouros, que tomaram a cidade no ano 719, nomearam-na, em árabe, اليكسبونا "al-Lixbûnâ" ou لشبونة "al-Ushbuna".


LISBOA, foi eleita o "Melhor Destino Europeu 2010" pela Associação dos Consumidores Europeus. Deixando para trás cidades como Londres, Barcelona, Copenhaga, Berlim ou Praga, Lisboa saltou para o topo das escolhas dos consumidores europeus. Segundo uma fonte do Turismo de Lisboa, citada pela ‘Briefing', a vitória da capital portuguesa sobre as cidades rivais foi folgada.

CONHEÇO BEM A CIDADE E VOU SELECCIONAR DETERMINADOS LOCAIS DO MEU GOSTO PESSOAL, NÃO TODOS É EVIDENTE.

PARQUE DAS NAÇÕES

ROSSIO

OS BAIRROS, PRINCIPALMENTE O BAIRRO ALTO

CONJUNTO ARQUITECTÓNICO DE BELÉM: CENTRO CULTURAL DE BELÉM

TORRE DE BELÉM

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

FUNDAMENTAL IR A SINTRA, DESTACO O PALÁCIO DA REGALEIRA PELA MÍSTICA DOS SEUS JARDINS, MAS TAMBÉM É DE DESTACAR: PENA, MONSERRATE, O PALÁCIO DA VILA...
FUNDAMENTAL TAMBÉM UM PASSEIO POR CASCAIS, ESTORIL ATÉ AO GUINCHO.
LISBOA TEM MUITO QUE OFERECER AOS TURISTAS: VÁRIOS E DIVERSIFICADOS MUSEUS, CASAS DE TEATRO, ÓPERA, CONCERTO, ESPECTÁCULOS DE TODO O GÉNERO, RESTAURANTES PARA TODAS AS BOLSAS, LOCAIS DIVERSIFICADOS DE ENTRETENIMENTO NOCTURNO...
ESTA É UMA PROMOÇÃO PESSOAL..VOU TER PRÉMIO?
SÓ NÃO CONHEÇO O MUSEU DO ORIENTE E A CASA DAS HISTÓRIAS DA PAULA RÊGO!..
ÀS VEZES PERGUNTO-ME PARA QUEM É QUE EU ESCREVO?
ESCREVO PARA MIM A PENSAR NOS OUTROS E JÁ AGORA DESCULPEM, NESTA MINHA CABEÇA HÁ UMA GRANDE «MISCELÂNEA»!?...

quinta-feira, 11 de março de 2010

DOURO INTERNACIONAL-PATRIMÓNIO MUNDIAL

Zona lindíssima de Portugal, há poucos anos descoberta como destino turístico e cujo interesse tem sido crescente. A taxa de ocupação hoteleira, durante o Verão em 2009 foi de 64%, só ultrapassada pela Madeira em 66%.

Ontem li no JN, que apanhados nas teias da burocracia, há projectos turísticos, no valor de milhões de euros, que estão a ficar pelo caminho, pela necessidade de inúmeros pareceres, empurrões entre ministérios e organismos da Administração Central, bem como gavetas fundas onde os processos tardam meses a sair e eu pensei logo, BOM CAMPO PARA A CORRUPÇÃO!...


Estou de acordo com o Chefe da Estrutura de Missão do Douro, Ricardo Magalhães, que diz: é preciso encontrar fórmulas para, não ser violentado o valor cénico da paisagem, nem pôr em causa a actividade económica da região.

Esperemos que não venha a acontecer nesta zona a lamentável situação, que ocorreu no Algarve, mas por outro lado a receita do turismo é importante para o país e isso implica criar infra-estruturas, que sejam cativantes para os turistas, que além de criar riqueza, criam postos de trabalho.



(Estas fotografias não são minhas, foram retiradas da net, mas andar por lá a vadiar, seria um grande prazer...)