A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ZONAS MENOS CONHECIDAS DA ITÁLIA: Friuli-Veneza Júlia


Friul-Veneza Júlia é uma região da Itália dividida em quatro províncias: Údine, Pordenone, Gorizia e Trieste.

TERRAS DE: ARTE-HISTÓRIA-NATUREZA

A região tem 7 845 km² e 1 milhão e 200 mil habitantes. A antiga capital do Friul é Údine, cidade que já foi sede do patriarca de Aquileia; a actual capital é Trieste. Centros importantes, além de Údine, são: Pordenone, Cividale del Friuli, Codroipo, Latisana, Cervignano del Friuli e Sacile.
A região é limitada a norte pela Áustria, a sul e a este pela Eslovénia e a oeste pela região italiana do Veneto. No extremo norte da região fica a fronteira tripla Itália-Áustria-Eslovénia.
UDINE
TRIESTE
PORDENONE
CIVIDADE DE FRIULI


CADROIPO
GORIZIA
SACILE

FUI (CHEIRAR) VER O MAR!



Que falta, me faz mergulhar o corpo no mar, ter o seu cheiro e as suas carícias inquietas! 

  • Eu não sei como eu posso parecer ao mundo, mas para mim, eu pareço ser apenas como uma criança brincando na beira do mar, divertindo-me e encontrando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita do que o ordinário, enquanto o grande oceano da verdade permanece todo indescoberto diante de mim." Isaac Newton


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

NATUREZA PUTREFACTA COM PANO VERMELHO COM BOLAS BRANCAS!


JACK WHITTEN

O artista norte-americano Jack Whitten, que foi um militante ativo pelos direitos cívicos da população negra, nos Estados Unidos, morreu, aos 78 anos.


Nascido em Bessemer, no Alabama, a 5 de dezembro de 1939, Jack Whitten cresceu no sul segregacionista dos Estados Unidos, onde lutou pelos direitos cívicos dos negros, antes de passar a residir em Nova Iorque, nos anos 1960.
Sempre interessado em testar os limites do seu trabalho artístico, deixou o pincel para trabalhar com lâminas, pentes africanos e espátulas. 
 


HOJE TRAGO POESIA...UM DOS POETAS QUE AMO!


Camilo Pessanha (1867-1926), apesar de ter escrito uns quantos poemas, uma obra muito escassa, que foi reunida no livro «Clepsidra», é um dos poetas mais marcantes da literatura portuguesa.

Para Pessanha escrever poesia era um ofício, que exigia consciência da raridade do fenómeno poético, que exige contenção e rigor na execução.

É considerado o expoente máximo do simbolismo em língua portuguesa, além de antecipador do princípio modernista da fragmentação.

Camilo Pessanha buscou em Charles Baudelaire, proto-simbolista francês, o termo “Clepsidra”, que elegeu como título do seu único livro de poemas, praticando uma poética da sugestão como proposta por Mallarmé, evitando nomear um objeto directa e imediatamente.

Depois da sua formação em Direito, Pessanha, em 1894 vai para Macau e ocupando vários cargos por lá fica até à morte, que ocorre por excessivo consumo de ópio, as suas viagens ao continente foram raras.

O seu livro foi publicado, por Ana de Castro Osório, a partir de autógrafos e recortes de jornais. Graças a essa iniciativa, os versos de Pessanha salvaram-se do esquecimento. Posteriormente, o filho de Ana de Castro Osório, João de Castro Osório, ampliou a Clepsidra original, acrescentando-lhe poemas que foram encontrados. Essas edições foram publicadas em 1945, 1954 e 1969.

 EXCERTOS DE ALGUNS POEMAS

Floriram por engano as rosas bravas

No Inverno: veio o vento desfolhá-las...

Em que cismas, meu bem? Porque me calas

As vozes com que há pouco me enganavas?


Há no ambiente um murmúrio de queixume,

De desejos de amor, d'ais comprimidos...

Uma ternura esparsa de balidos,

Sente-se esmorecer como um perfume.


Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar,

Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;

E apesar disso, crê! nunca pensei num lar

Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.


Cansei-me de tentar o teu segredo:

No teu olhar sem cor, --- frio escalpelo,

O meu olhar quebrei, a debatê-lo,

Como a onda na crista dum rochedo.


Tenho sonhos cruéis; n'alma doente

Sinto um vago receio prematuro.

Vou a medo na aresta do futuro,

Embebido em saudades do presente...


Encontraste-me um dia no caminho

Em procura de quê, nem eu o sei.

--- Bom dia, companheiro --- te saudei,

Que a jornada é maior indo sozinho.


Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar,

 Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;

 E apesar disso, crê! nunca pensei num lar

 Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.

Chorai arcadas
 Do violoncelo!
 Convulsionadas,
 Pontes aladas
 De pesadelo...
De que esvoaçam,
Brancos, os arcos...
 Por baixo passam,
 Se despedaçam,
 No rio, os barcos.
 Fundas, soluçam

 ...

 Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho,

 Onde esperei morrer, meus tão castos lençóis?

 Do meu jardim exíguo os altos girassóis

 Quem foi que os arrancou e lançou no caminho?

 Quando a vejo, de tarde, na alameda,

 Arrastando com ar de antiga fada,

 Pela rama da murta despontada,

 A saia transparente de alva seda,

 E medito no gozo que promete

 A sua boca fresca, pequenina,
...

Voz débil que passas,

 Que humílima gemes

 Não sei que desgraças...

 Dir-se-ia que pedes./ Dir-se-ia que tremes,

 Unida às paredes,

 Se vens, às escuras,

 Confiar-me ao ouvido

 Não sei que amarguras....


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

SEMPRE OUVI DIZER, QUE VALE MAIS SÓ, DO QUE MAL ACOMPANHADO!

Nunca me aborreço comigo própria, sempre encontro actividades variadas, para encher o tempo, que é sempre pouco!
Ultimamente ando a ver documentários sobre países a que dificilmente lá irei, ou porque são longe e necessitam de uma logística pouco acessível ou são países com demasiado peso turístico e isso é uma grande «seca»! 
Nestas «viagens», que intitulo «GRANDES VIAGENS SEM SAIR DE CASA» a última foi pela Campania, da ilha de Ischia a Capodimonte e de Cartuxa de San Marino a Capri.


A Campania é uma região do sul da Itália, com 5 700 000 habitantes e área de 13 595 quilômetros quadrados, cuja capital é Nápoles. Tem limites a oeste e sudoeste com o mar Tirreno, a noroeste com o Lácio, ao norte com Molise, a nordeste com Apúlia e a leste com Basilicata. Tem a mais alta densidade populacional das regiões italianas, mas é a segunda, após a Lombardia, em número total de habitantes.
Ilha de Ischia, Capodimonte, San Marino. Nápoles, Capri, Sorrento, Pompeia, Vesúvio....

REFLEXÕES


CANTAREIRA




domingo, 21 de janeiro de 2018

TEMPO DE INVERNO, TEMPO DE CINEMA E MUITO BOM CINEMA PARA VER!






ESTES JÁ FORAM VISTOS!

DIANE ARBUS

Diane Arbus (Nova Iorque, 1923 — Nova Iorque, 1971), fotógrafa e escritora, conhecida pelas suas fotografias a preto-e-branco de pessoas comuns e de pessoas marginalizadas nas suas vidas quotidianas. O seu interesse por fotografia surgiu no início da vida adulta, ao lado do seu marido, com o qual abriu uma agência de fotografia profissional, cujos trabalhos estamparam diversas edições de moda da época, as quais se interessavam pela abordagem crua do casal. Arbus, no entanto, revelou para um amigo que tinha medo de que fosse conhecida simplesmente como “a fotógrafa de aberrações”.
Em 1972, após uma série de crises depressivas, Arbus suicidou-se. A sua obra tornou-se cada vez mais popular e foi a primeira norte-americana a ter fotografias expostas na Bienal de Veneza.