«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

To be or not to be isn't the question!



A homossexualidade é um não assunto? Uma relação amorosa que tem 34 anos é um assunto? Falar do casamento entre pessoas do mesmo sexo, num país que o permite, continua a ser importante? E num tempo em que começa a ser feio ser preconceituoso, os exemplos são importantes para quem? Estas foram algumas das questões que foram levantadas por Alexandre Quintanilha, físico e Richard Zimler, jornalista e professor norte-americano.  
Mantém, desde 1978, uma relação amorosa. O casal, residente no Porto desde 1990, foi um dos primeiros formados por figuras públicas a casar-se, pela nova lei do casamento civil.
Autor de obras como “Goa ou o Guardião da Aurora”, “A Sétima Porta”, “O Último Cabalista de Lisboa”, best-seller em 11 países, incluindo os Estados Unidos da América, Inglaterra, Itália e Brasil, ou “Os Anagramas de Varsóvia”, considerado o livro do ano de 2009 pela revista Ler, Richard Zimler, galardoado com vários prémios literários, tem os seus livros traduzidos em mais de 16 países.
Para Richard Zimler a sua identidade não está muito ligada aos rótulos mais óbvios, ou seja, americano, com dupla nacionalidade portuguesa, escritor, residente no Porto, etc…. A sua identidade está mais ligada a factores pessoais, por exemplo, a relação que tinha com a mãe, a relação com Alexandre Quintanilha, as recordações de milhares de momentos que, reunidos, constituem a sua identidade.

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