«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




sábado, 24 de maio de 2014

"Nada supérfluo pode legitimamente pertencer a nós, enquanto outros passam necessidades."

Um bom principio, mas nos tempos de hoje, muito longe, longe...assim pensava Jean-Paul Marat (24 de Maio de 1743 - 13 de Julho de 1793) médico, filósofo, teórico político e cientista mais conhecido como jornalista radical e político da Revolução Francesa. 
Defendia, através de seu jornal L'Ami du peuple, reformas básicas para as camadas até então tidas como inferiores pela sociedade da época. A sua persistente perseguição, voz consistente e grande inteligência, conquistaram a confiança do povo e fizeram dele a principal ponte entre eles e o grupo radical Jacobino, que chegou ao poder em 1793. Por meses liderando um movimento para derrubar a facção Girondina, tornou-se uma das três figuras de destaque na França, juntamente com Georges Danton e Maximilien Robespierre.
Marat foi assassinado por Charlotte Corday, uma simpatizante dos girondinos, com uma punhalada no peito enquanto tomava banho.

Pintura: Marat - Jacques Louis David



1 comentário:

Pedrasnuas disse...

Uma tela lindíssima para uma realidade chocante ...ser amigo do povo pode ser muito perigoso, ao contrário do que devia ser e como ainda hoje é.... por incrível que possa parecer!!!