«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quinta-feira, 7 de abril de 2011

MÚSICA COMO TERAPIA...

Que a música é uma terapia, todos sabemos, por muitos estudos já feitos. Eu sempre usei a música como uma terapia, na alegria e na tristeza, sentindo-a no corpo e no espírito…Os meus gostos musicais são muito eclécticos…e foram surgindo em épocas da minha vida, sempre de uma forma intensa! A música anglo-saxónica, a música francesa, o Jazz, a música brasileira, a música italiana…pontualmente alguma música portuguesa…até se tornar recorrente, com a música de protesto…e depois de Abril sim a música portuguesa e o fado começaram a entrar na minha vida…mas subjacente sempre e há muitos anos está a música erudita, já que clássica determina um período específico…a que tenho comprado mais, sou realmente uma coleccionadora e é muito difícil para mim dizer quais os meus compositores preferidos…ouço tudo…Bach muitas vezes…Haydn, Beethoven, Mozart…Schubert, Brahms, Chopin…Ravel, Debussy, Satie…Wagner…Tchaikovsky, Rachmaninov, Prokofiev, Shostokavitch…Brucker, Mahler…e tantos, tantos outros…


Vou ouvindo música conforme os meus estados de espírito…mas para mim, é mesmo necessário ir à sala de concertos…gosto de música de câmara, de um recital de piano, mas a minha preferência vai mesmo para as sinfonias/ poemas sinfónicos de longa duração…Depois do primeiro violino e o maestro entrarem na sala…começo a mergulhar na música…a envolver-me…a ser levada por ela…o fim geralmente é um sobressalto…como se viesse de um mundo e caísse de supetão noutro…mas depois vem o calor e o entusiasmo das palmas…e sinto aquela emoção…sinto em mim as pessoas que estiveram ali unidas pela magia da música…e aquela sensação de paz e cumplicidade…


UM EXCERTO DA SINFONIA CLÁSSICA DE PROKOFIEV



PROKOFIEV TEM OBRAS MUITO CONHECIDAS COMO:

Peter and the Wolf


Romeo & Juliet

8 comentários:

Beth/Lilás disse...

Ah, minha cara amiga, somos bem parecidas nisto também.
A segunda que nos apresenta é a coisa mais linda, lembra-me as sessões da tarde com filmes muitas vezes só musicais e que eu adorava.
Por aqui não é tão fácil ir-se a um recital assim, mas a salvação é este maravilhoso YouTube que tem resgatado coisas incríveis e nos faz viajar no tempo.
Eu amo música e aqui em casa quando não sou eu ouvindo no meu computador é o filho no quarto dele, portanto música é algo que faz parte do meu dia a dia desde então.
um grande abraço carioca

Luís Coelho disse...

Sou um amante de todo o tipo de musica excepto aquela que não entendo Não sou especialista mas a verdadeira música cativa-me e prende-me a atenção. Entra-me na alma e invade todos os meus sentimentos e pensamentos.

✿ chica disse...

Tem verdadeiros "remédios" musicais ,não? Lindo post! beijos,tudo de bom,chica

www.amsk.org.br disse...

E sabe como é que essa maravilhosa descrição que você deu se chama na área das chamadas Medicinas Complementares? EFEITO MOZART.

UMA PEQUENA CORREÇÃO SE NOS PERMITE, VOCÊ NÃO GOSTA DE MÚSICA, VOCÊ ama música.

lINDO, SIMPLESMENTE LINDO.

5 ABRAÇOS

HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS

Memória de Elefante disse...

Manú!

Um dos poucos consensos é que a música consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido, engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição.
Sentimentos, evasões do tempo, a música rege a nossa vida e
nos guia para caminhos verdadeiros...

Belo post!
Um beijo!

Fatima disse...

Música é minha vida!
Bjs.

Nilce disse...

Oi Manu

Também amo orquestras sinfônicas.
Suas amostras são perfeitas. É de sonhar acordado e curar a alma.
Belo post.

Bjs no coração!

Nilce

Em@ disse...

Maní:
obrigada pelas tuas escolhas.
eu que vivo rodeada de música pois os meus dois homens são músicos, mas de áreas diferentes (o marido da área erudita, mas especialista da música antiga, principalmente renascentista, e o filho, depois de ter tido formação clássica, quase até ao final do curso complementar do conservatório, enveredou pela música alternativa. e eu, nos meus momentos de criação, salto do jazz , para os blues, ou para a chamada música do mundo.
beijo, querida.