«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quarta-feira, 7 de março de 2012

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Várias lutas em épocas diferentes, foram protagonizadas por mulheres em defesa dos seus direitos. Muitas intervenientes se destacam, mas vou lembrar Olympe de Gouges (1748-1793).
De família pequena burguesa, semi-analfabeta, distingue-se como feminista, revolucionária, jornalista, escritora e autora de peças de teatro.
Casou, teve um filho e logo enviuvou. Nessa altura deixou Montauban, próximo de Toulouse e foi para Paris.
Defendeu diferentes causas: o problema dos filhos ilegítimos, a situação dos escravos, o direito ao divórcio, as relações sexuais fora do casamento, entre outros.
Em 1789 ocorreu a Revolução Francesa, em que participou com destemor e alegria, mas logo se desencantou com a fraternité, que não incluía as mulheres no que se refere a igualdade de direitos.
Em 1791 ingressou no Cercle Social,  uma associação cujo objectivo principal, era a luta pela igualdade dos direitos políticos e legais para as mulheres. Reunia-se na casa da conhecida defensora dos direitos das mulheres, Sophie de Condorcet. 
No mesmo ano, em resposta à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, ela escreveu a Declaração dos Direitos da mulher e da Cidadã. Depois, escreveu o Contrato Social, nome inspirado na famosa obra de Jean-Jacques Rousseau, propondo o casamento com relações de igualdade entre os parceiros.
Por ser contra a pena de morte, insurgiu-se com a condenação à morte de Luís XVI e Maria Antonieta e passou a intervir mais politicamente. Em 1793 é presa e nesse mesmo ano é guilhotinada.

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