«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




domingo, 1 de maio de 2011

DIA DA MÃE



Mãe onde estás? Tenho saudades

Do teu corpo quente, dos teus afagos

Está tanto frio na minha alma, mãe!

Preciso de ouvir a tua voz a dizer-me meiguices!

«A minha menina, o meu doce, a minha flor!»

Com beijos me apertavas

Contra o teu peito!

Eu preciso mãe

Que me embales em carícias do teu jeito!


Partiste

Nem sequer nos despedimos…

Perdi o teu olhar vivo

Os teus olhos pareciam peixes mortos

Escapou-te a essência e o teu corpo

Em espasmos líquidos

Foi atrás

Mais devagar!


Que golpe no peito,

Que dolorosa facada

Fiquei destroçada e triste,

Sem esteio…

Na minha dor calada!..

11 comentários:

✿ chica disse...

Linda homenagem e saudades!!!beijos,chica

Astrid Annabelle disse...

Belíssima homenagem Manú!
Mãe é assunto muito sério, e para nós que deixamos de ter a sua companhia mais ainda!
Um beijo doce querida.
Astrid Annabelle

Lilá(s) disse...

Lindo! sinto uma dor igual á tua...
Bjs

pensandoemfamilia disse...

Bonita homenagem, aqui só celebramos no próximo domingo.
bjs

Beth/Lilás disse...

Querida Manu!
Que teu dia tenha sido lindo e muito abençoado, aliás para sempre!
Linda a homenagem que fizestes a tua mãezinha!
um abraço grande, carioca

Isabel Maria Rosa Furtado Cabral Gomes da Costa disse...

Minha Querida:
A sua Mãwe não se despediu porque não partiu. Ela continua presente, a cuidar de si e a dar-lhe a mão a cada escolho do caminho. A Manuela não a vê, mas de certeza que a sente aí, ao seu lado, para todo0 o sempre.
Um beijinho.

Pedrasnuas disse...

Entre mãe e filhos não há despedidas ...apenas um até logo...um até lá!!!

Almas que aguardarão o reencontro!!!

Lindo esse teu poema cheio de pena !!!

Beijinhos e abraços

Maria Teresa disse...

Manuela:
Lindo seu poema. No entanto, o fio invisível que se cria entre mãe e filho nunca se quebra; pelo contrário, fica cada vez mais fortalecido e brilhante, mesmo que apenas dentro da alma.
Beijo carinhoso

Nes disse...

Ola Manuela.

Emocionáronme moito estas verbas tan bonitas acía túa nai.

Si as puidese ler estaría moi feliz.

Eu si o estou.

Un biko.

NES.

Val Ribeiro disse...

Manuela, cheguei até você através do blog do PROFEX. Estava já saindo, ía fazer uma postagem falando do dia das mães e da saudade que sinto da minha que já não posso ter sua companhia. Comecei a ler esta mensagem e me emocionei. Sem palavras.
Parabéns pelo blog. Conheça o meu.
Serei sua seguidora. Tenhas uma noite de paz. Bjim

Lúcia Soares disse...

Manu, que lindo poema para a sua Mãezinha.
Ainda tenho a minha, com 85 anos.
Nunca foi de nos abraçar, de palavras mansas, mas sempre foi nossa força, nosso porto seguro.
Hoje, mais lhe somos mães que filhas.
Invertemos os papéis e ela fica rindo, quando lembramos o quanto foi brava...Agora, dizemos, brincando, nós é que mandamos! E ela finge estar brava, mas se sabe protegida e segura.
Que sua Mãezinha esteja quentinha e viva em seu coração, para sempre, com todo esse carinho, é o que importa agora.
Beijo!