A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

POR TODO O LADO VÃO APARECENDO AS CAMÉLIAS!




A flor do Porto é a camélia, embora a camélia seja uma flor originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão.

Os primeiros registos de camélias no Porto datam de 1810, encomendadas de Inglaterra por Luís de Van Zeller. A esse facto não será alheia a presença no Porto de uma forte comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto, uma vez que foi precisamente em Inglaterra que surgiu a primeira camélia na Europa, em 1739.

Surgem os primeiros jardins privados com camélias, pelas mãos da família Van Zeller, na sua Quinta de Fiães, e da família Allen, na Quinta Vilar d’Allen.

A camélia, for de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto.

O período áureo das camélias no Porto dá-se pelas mãos do horticultor portuense chamado José Marques Loureiro (1830-1898), detentor da maior colecção de plantas do país da altura. Em 1844, publica o jornal hortícola “Jornal Portuense”, no qual já identifica 38 variedades de camélias do Porto! Mais tarde, em 1870, lança o Jornal de Horticultura Prática.

Presentemente realiza-se uma grande exposição de camélias todos os anos, com a participação de vários coleccionadores e a Câmara Municipal do Porto organiza um programa, que inclui actividades tão diversas como exposições, concertos, roteiros turísticos pela cidade e performances.

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