Congratulo-me com a libertação de Aung San Suu Kyi, mas outros combatentes da Liberdade devem ser referidos em países que os perseguem, independentemente das políticas praticadas.
SHIRIN EBADI (IRÃO) – Primeira iraniana a ser nomeada juíza, tem sido uma feroz opositora ao regime de Teerão. Em 2003 ganhou o Nobel da Paz.
BIRTUKAN MIDEKSA (ETIÓPIA) – Candidata derrotada, ex-juíza e líder da União para a Democracia e Justiça, chegou a ser condenada a prisão perpétua, mas já está em liberdade.
LIU XIAOBO (CHINA) – Dissidente , luta pela Democratização da China e participou nas manifestações de Tiananmen. Cumpre uma pena de 11 anos. Nobel da Paz 2010.

MARWAN BARGHOUTI (PALESTINA) – Líder da primeira e segunda linfada. Cumpre cinco penas de prisão perpétua em Israel

AYMAN NOUR (EGIPTO) – Candidatou-se à presidência para destronar Mubarak e foi preso. Encontrando-se em liberdade ameaça concorrer em 2011.
RIYAD A-TURK (SÍRIA) – Passou duas décadas preso e voltou à cadeia após a «Primavera de Damasco» em 2001, quando depois da morte do Presidente Assad, proclamou que «o ditador está morto».
GUILLERMO FARININAS (CUBA) – Prémio Sakharov para a Liberdade de Expressão. Já fez 23 greves de fome, a última de 135 dias, só terminou quando foi iniciada a libertação de 52 presos políticos.
LEYLA ZANA (TURQUIA)– Política de descendência curda, esteve presa durante dez anos por se atrever a falar a sua língua nativa no Parlamente de Ancara e defender um Curdistão independente. Prémio Sakharov em 1995
In VISÃO (28.10.2010)





























