«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ÁGORA DE ALEJANDRO AMENÁBAR

Rachel Weisz é Hypatia, uma lendária filosofa e matemática da antiga Alexandria, numa altura em que o Império Romano começava a entrar em declínio e a aceitar o Cristianismo como a religião legal e a religião é um dos pontos chave do enredo do filme, o confronto entre o Cristianismo e os interesses pagãos e o cristianismo a opor-se ao Judaísmo, isto com toda a violência que é conhecida. Pelo meio há um triângulo amoroso, que serve mais os conflitos religiosos expostos.
Alejandro Amenábar, o realizador, correu o risco deste filme poder ser um manifesto anti – Cristianismo, mas o que está em questão é o extremismo/fundamentalismo.
Com um orçamento de 50 milhões de dólares, o filme é equilibrado na acção e os aspectos dramáticos, podem motivar um espírito crítico. Ágora, é um filme diferente, num cartaz cinematográfico, nada aliciante.
Uma história com séculos de idade, filmado em pleno Egipto com detalhes autênticos e um elenco de diversas nacionalidades. Não me parece que o filme, onde a aposta é histórica e científica, possa ter um retorno, no aspecto comercial, tão diferente é dos filmes que são consumidos.

1 comentário:

Fátima disse...

Olá manuela, fico contente com sua visita,e agradeço, assim como o comentário.\sempre muito gentil.
Você tem razão quanto a questão comercial e financeira, visto que filme cultural épico e científico não são do interesse do grande público. Porém, acredito que já seja previsto pelos envolvidos na obra.

E vamos a qualquer preço manter viva a criança que vive em nós, independente da idade.

Bom fim de semana prá você.
Beijo