«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

AVATAR (JOÃO MONTENEGRO)

AVATAR, já ganhou um GLOBO DE OURO e possivelmente vai ganhar o ÓSCAR, são prémios à alta tecnologia. NÃO GOSTO DE FILMES DESTE GÉNERO.
A acção desenrola-se no meio de uma densa floresta habitada por seres indígenas do tempo do paleolítico humanóide. A preservação de Pandora – assim se designa a floresta – é o grande desafio para os habitantes deste território, que de repente, se viram invadidos por humanos. Em traços muito gerais, esta é a sinopse do filme “Avatar”, a mais recente obra de James Cameron, um sucesso de bilheteira.


Muitos desconhecerão, que por detrás da produção da floresta Pandora esteve João Montenegro, um antigo estudante de Engenharia Informática da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que juntamente com um grupo de pessoas esteve envolvido na criação dos efeitos especiais de “Avatar”. A trabalhar em Londres, na maior empresa de efeitos especiais europeia – a Framestore – João Montenegro tinha já colaborado no filme de animação “A Lenda de Despereaux”.
Apontado como um dos mais brilhantes filmes no domínio dos efeitos especiais, “Avatar” apresenta um conceito inovador, na opinião do antigo estudante da FEUP: A grande diferença está na quantidade e detalhe dos diferentes elementos virtuais em cena. Ter milhares de objectos completamente foto-realistas [em cena] faz toda a diferença do ponto de vista da produção e organização do trabalho. (…) É tudo gerado por computador”. “Eu trabalhei mais nos elementos militares dos humanos, dos quais quase nada é imagem real. A quantidade de coisas que têm que ser criadas e encaixadas numa só cena é tremenda. Há aspectos tecnológicos novos neste filme, como a forma como os movimentos dos actores foram captados (que produziu os melhores resultados de sempre, na minha opinião) e o facto de o filme ser em 3D estereoscopico, que trouxe desafios interessantes também”, revela João Montenegro.
RP/FEUP

3 comentários:

Maria Ribeiro disse...

LIGHT: desconhecia e fico grata pelas suas informações.
Geralmente, aprofundo os filmes como "AVATAR" ,quando estou para os ir ver. Ainda não fui a Coimbra, ao Forum ou a outro cine qualquer para o ver.Mas vindo da mão de CAMERON, já é meio caminho andado para o sucesso , que, aliás, está a ter.
BEIJOS DE
LUSIBERO

Glorinha Leão disse...

Também não gosto muito desse gênero de filme...não pretendo ver, só quando sair em dvd, mas sem pressa...
Não sabia desse rapaz.
Beijos

Manuela Araújo disse...

Olá Manuela

Não resisto a comentar este "post".
Primeiro, porque vi e adorei o filme.
É um filme em que a acção decorre num tempo futuro e num outro planeta chamado Pandora.
Os seres inteligentes desse planeta, bem mais que os humanos, por sinal, vivem em harmonia com a natureza e uns com os outros.
A esse planeta chegam os seres humanos, que já tendo dado cabo dos recursos do planeta Terra, querem enriquecer através da extracção de um minério muito valioso existente em Pandora.

Acontece que a grande jazida desse minério está mesmo por baixo da floresta e local onde habita uma das grandes comunidades desse planeta. Portanto, há que fazer dinheiro, e há destruir toda a floresta e modo de vida desses habitantes, que não querem dali sair a bem.

Assim como aconteceu com os europeus na América, e com os Índios. Assim como continua a acontecer por esse mundo fora, sobretudo em África.

O filme é realmente de ficção, mas tem um fundamento muito real, com uma mensagem ecológica muito importante.

É um filme de tecnologias avançadas, e muito belo. A história não é mais que uma adaptação da Pocahontas, como disseram as minhas filhas, mas vale a pena ver. Nem que seja para deliciar os olhos e pensar um bocadinho no que motiva o Homem para destruir tudo.

Um beijinho