«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




domingo, 14 de fevereiro de 2010

CHARLES CHAPLIN - UM HOMEM GENIAL

O homem é um animal com instintos primários de sobrevivência. Por isso, seu engenho desenvolveu-se primeiro e a alma depois, e o progresso da ciência está bem mais adiantado que seu comportamento ético.

Por simples bom senso, não acredito em Deus. Em nenhum.

Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

Se não consegues entender que o céu deve estar dentro de ti, é inútil buscá-lo acima das nuvens e ao lado das estrelas. Por mais que tenhas errado e erres, para ti haverá sempre esperança, enquanto te envergonhares dos teus erros.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.

O assunto mais importante do mundo pode ser simplificado até ao ponto em que todos possam apreciá-lo e compreendê-lo. Isso é - ou deveria ser - a mais elevada forma de arte.

2 comentários:

Regina disse...

Querida Manú,

Chaplin era especial mesmo, um homem muito a frente de seu tempo que conseguia, já naquela época, enxergar o mundo moderno com outros olhos... Conseguia captar a essência, acima de tudo.

Muito obrigada por sua mensagem, minha amiga! Fiquei muito feliz com suas palavras, sua amizade é um grande presente para mim!

Vou colocar uma "fotinha" lá no cantinho, na barra lateral do blog, depois vou retirá-la, ok?!!

Um grande beijo, ótimo domingo, linda semana!!

Cris França disse...

O admiro muito, pela síntese,pela genialidade e pela coragem, num tempo onde a coragem nem era vista como coragem. bjs