«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quinta-feira, 1 de julho de 2010

O VELHO E O MAR - ERNEST HEMINGWAY

Ernest Hemingway, escreveu grandes obras, como: ADEUS ÀS ARMAS, POR QUEM OS SINOS DOBRAM, FIESTA, NA OUTRA MARGEM ENTRE AS ÀRVORES…que fazem parte da lista dos melhores livros de sempre, mas escreveu um romance, que foi a sua última obra de ficção, que se tornou muito famoso, refiro-me a,

O VELHO E O MAR,

escrito em Cuba em 1951 e publicada no ano seguinte. Este livro recebeu o Prémio Pulitzer e em 1954 Hemingway obteve o Prémio Nobel.


Numa prosa poética, Hemingway retrata, uma vez mais, a capacidade do homem de fazer face e superar com sucesso os dramas e as dificuldades da vida real, é uma suas obras mais comoventes.

Narra a aventura de um pobre e velho pescador, Santiago, que anseia por pescar «um dos grandes». Vai para o mar e no 85º dia, acaba por pescar um grande espadarte e esse facto vai proporcionar uma longa e empolgante história, cheia de perigos e imprevistos. O pescador tem de usar de toda a sua astúcia e grande persistência. O peixe com a sua imensa força acaba por rebocar o barco, para o alto mar. O velho sofre com o intenso sol e com as feridas nas mãos e faz muitas reflexões, sobre a dignidade dos homens e dos animais. Depois de alguns dias consegue matar o peixe. O «clímax» desta obra é a sua luta contra os tubarões, defendendo o peixe que pescou, mas quando consegue chegar à praia, do peixe só resta o esqueleto, toda a sua carne foi comida pelos tubarões
Uma obra que provoca muita reflexão sobre a condição do homem, as suas dificuldades de subsistência, a necessidade de persistência, a força que o homem pode ter, para vencer as dificuldades, como Hemingway diz no livro: «Um homem pode ser destruído, mas não derrotado».



"(...) este pequeno romance, é um breve poema em prosa, uma epopeia de simples trama, singelamente narrada. Mas é, por outro lado, muito mais do que isso: um breviário nobilíssimo da dignidade humana, escrito com a mais requintada das artes. Poucas vezes, no nosso tempo, terá sido concebida e realizada uma obra tão pura, em que a natureza e a humanidade sejam, frente a frente, tão verdadeiras."

Jorge de Sena, Prólogo da Edição de 1956.

[PARA MIM TAMBÉM UMA PEQUENA JÓIA DA LITERATURA]

10 comentários:

Elaine Barnes disse...

Uma beleza mesmo esse livro,a história repleta de luta e persistencia no que defendemos porque acreditamos. O final vem com uma frustração pois criamos uma expectativa que nem sempre dá certo,só aí então aprendemos que o que importa é o caminho.
Adorei! Montão de bjs e abraços

Maria Teresa disse...

De fato, Manuela, é obra para ser lida e relida, em vários momentos da vida. É um clássico cheio de ensinamentos, sempre atual, sempre surpreendente pelas reflexões que propicia. Deu vontade de voltar a ele.
Bjos

Chica disse...

Uma grande obra, sem dúvida!beijos, lindo dia,chica

Astrid Annabelle disse...

Ainda lembro do meu marido lendo este livro para meus filhos quando eram pequenos, Manú!
Quando de viagem de férias levávamos livros para os serões noturnos, já que na época não se tinha TV!
Você me fez viajar para muito longe, para um tempo muito bom!
Belíssimo livro!
beijos agradecidos.
Astrid Annabelle

Laura disse...

Já o li me jovem, e já não lembro de metade, ama este Ernest Hemingway era um grande homem e excelente Escritor...

Já não nos viamos há imenso tempo...
Beijinho da laura

Maria disse...

Um livro que reli depois de estar em Cuba e de ter visto a estátua do... velho e do mar... :)))

Beijo, Manuela.

Pelos caminhos da vida. disse...

Feliz Metade do Ano!

Ótima tarde.

beijooo.

manuel marques disse...

O velho e o mar,sempre actual.

Beijo.

Miguel Pestana disse...

Nunca li nenhum livro deste autor, mas quero muito ler este O velho e o mar. Penso que será a sua Grande obra.

Miguel Pestana disse...

Nunca li nenhum livro deste autor, mas quero muito ler este O velho e o mar. Penso que será a sua Grande obra.