«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

HENRIQUE POUSÃO (1859-1884)


A Universidade do Porto e o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) instituíram 2009 como o Ano de Pousão, assinalando desta forma o 150º aniversário de nascimento do pintor. Desde a passada quinta-feira, essa homenagem tem o seu ponto alto em “Diário de um Estudante de Belas Artes”, título da exposição dedicada a um dos mais destacados artistas portugueses do século XIX.Com a abertura de “Diário de um Estudante de Belas Artes”, a Universidade culmina também o ciclo de iniciativas locais que tem vindo a dedicar a Henrique Pousão. Entre elas destaca-se a exposição "Desenho em reserva", uma iniciativa que reuniu, entre Setembro e Outubro, os trabalhos de 14 jovens artistas formados na FBAUP, como forma de celebrar o legado de um dos mais ilustres alumni da instituição.




Henrique Pousão, matriculou-se aos 13 anos na antiga Academia Portuense de Belas Artes.
Terminou, em 1876, a formação em Arquitectura com o projecto, Café-Concerto, classificado com 19 valores, considerado digno de ficar na Academia. Em 1878, terminou os estudos em Escultura. No ano seguinte, apresentou a exame final de Pintura Histórica, Daphnis e Chloé, classificada com 18 valores, considerada digna de ficar na Academia. Em 1880, colaborou na formação do Centro Artístico Portuense e concorreu, com António Ramalho da Academia de Lisboa, ao concurso para pensionista do Estado. Partiu para Paris, na companhia do seu colega Sousa Pinto, e foi admitido no atelier da Academia Especial de Belas Artes, sob a direcção de Alexandre Cabanel. No ano seguinte, foi admitido na École Nationale Supérieur des Beaux-Arts, frequentando o curso de desenho de Adolphe Yvon. Por razões de saúde, partiu para Roma onde alugou um atelier. Viveu em Capri e em Nápoles. Regressou a Portugal em 1883 e morreu a 25 de Março, em Vila Viçosa.

2 comentários:

Paula Raposo disse...

Tão intensa vida e tão curta! Beijos.

Anónimo disse...

ola sou trisneta de henrique pousao sou ainda muito nova mas apercio a sua arte.. gostava de o ter conhecido, mas nao tive opurtunidade... espero k aperciem a arte dele beijos!!!

Mariana Pousão