«Através da violência pode matar um assassino, mas não o assassinato.

Através da violência pode matar um mentiroso, mas não a mentira.

Através da violência pode matar uma pessoa odiosa, mas não o ódio.

A ESCURIDÃO NÃO PODE EXTINGUIR A ESCURIDÃO. SÓ A LUZ O PODE FAZER.»

MARTIN LUTHER KING




quinta-feira, 8 de outubro de 2009

LEO BASSI NO TEATRO CÓMICO DA MAIA




Leo Bassi, actor cómico italiano, nasceu em Nova Iorque em 1952. A sua família há seis gerações que está ligada a actividades circenses. Leo começou a trabalhar no circo com 7 anos. Com 24, abandonou o espectáculo familiar, para se dedicar a uma carreira a solo, como actor cómico, animador e agitador cultural. Os seus alvos de ataque são a Direita e a Igreja Católica. Já teve vários problemas, por «abusos de liberdade de expressão»
Fui ver o seu espectáculo: Utopia (2009). Tem sido um artista muito contestado, mas também muito premiado.

Espectáculo, que é um grande relato em tom surrealista que analisa a utopia não só no plano histórico e filosófico, mas também poético. Utopia: o lugar não existe. Ela simboliza um tempo diferente do espaço onde a vida se assemelha mais à poesia do que à física. Por esta razão, a cara branca de palhaço, com sua antiga sabedoria, a sua intemporalidade e magia, é responsável por abrir a porta de utopia. Um ser que tem autoridade natural grande, mas rejeita o poder e a riqueza, porque é um revolucionário autêntico e chama a lua.

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